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quarta-feira, 6 de julho de 2011

176) POSICIONAMENTO DOS MEMBROS INFERIORES

MEMBROS INFERIORES



1. ANTE PÉ PROJEÇÃO AP - Dedos 
(Artelhos)


Incidência: Paciente em DD ou sentado sobre a mesa, joelhos fletidos, com a superfície plantar do pé apoiada sobre a metade de um chassi Desde as pontas das falanges, acerca de 15 cm do pé, deverá estar no mínimo sobre o chassi.
- 1º RC: Perpendicular na Vertical, entrando na 3º Articulação metatarso-falangeana.
- 2º RC: (AP Axial dos dedos)
RC: Perpendicular entrando com uma angulação de 10º a 15º na 3º articulação metatarso-falangeana
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal dividido 18x24
Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Protetor para pelve.
Observação: Se uma cunha for colocada sob o pé para alinhamento da parte
- Filme então o RC é perpendicular ao filme, com o RC Angulado 15º e centralizado na 3º articulação metatarso-falangeana, os espaços articulares interfalangeanos e metatarso-falangeanos são abertos (projeção axial interfalangeana).


2. AP PÉ 
(Dorso Plantar)

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça, fletir o joelho e colocar a superfície plantar do pé afetado sobre a metade de um chassi.
RC: Entrando com urna angulação de 10º a 15º, entrando no centro do pé e saindo na base inferior do calcâneo (RC base do 3º metatarsiano).
Dfofi 1 metro
Sentido do Chassi: Transverso 24x30 dividido, Longitudinal 24x30
Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Protetor para pelve
Avaliação: Todo o pé deve ser visualizado, incluindo todas as falanges e dos metatarsianos, bem como o navicular, os cuneiformes e o cubóide. As articulações metatarso-falangeanas (MF) geralmente devem apresentar-se abertas. As articulações interfalangeanas podem aparecer parcialmente fechadas, em virtude de Raios divergentes. A incidência Antero - Posterior do pé demonstra adequadamente os OSSOS metatarsianos e as falanges e revela uma importante característica anatômica conhecida como primeiro ângulo intermetatarsiano, que normalmente varia de 5º a 10º. Este ângulo é um importante fator na avaliação de deformidades da porção anterior do pé, pois é uma forma de quantificar o grau de metatarso Primo varo associado ao Hálux Valgo.
Técnica de Kite para o pé torto: A deformidade conhecida por pé torto. Divide-se em três partes: Deformidade varo valgo e equino. Avaliação do grau dessas deformidades.


3. PÉ O (Oblíqua) 
ROTAÇÃO MEDIAL (40º - 45º Graus).

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça Fletir o joelho, com a superfície plantar do pé sobre a mesa. Rodar o pé medialmente para colocar a superfície plantar do pé formando um ângulo de 30º a 45º do filme.
RC: Perpendicular ao filme, orientado para a base do 3º metatarsiano.
Dfofi: 1 metro do Chassi: Transversal 24x30, Longitudinal se o pé for maior (24x30)
Sem Bucky
Patologia: Fratura ou Lesões traumáticas.
Proteção: Proteger a região das gônadas.
Observação: Alguma rotina de departamento utilizam uma oblíqua medial a 40º a 45º graus e outros preferem 30º graus. É recomendado por muitos 40º a 45º graus para oblíqua medial, que resulta na melhor separação na base do 2º ao 5º metatarsianos e entre os ossos do tarso.


4. PÉ POSIÇÃO PERFIL

Incidência: Colocar travesseiro sob a cabeça do paciente. O paciente será colocado em DL (Decúbito Lateral), com o joelho levemente fletido, e a parte a ser radiografado terá a face lateral do pé contra o chassi. A perna oposta será colocada para trás (a que não será radiografada).
RC: Perpendicular ao filme, orientado para o primeiro cuneiforme medial (base do 3º metatarsiano).
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal ou Longitudinal 24X30
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Corpo estranho.
Proteção: Protetor para a área da pelve.
Avaliação: Devem ser visualizados todo o pé e no mínimo 2 cm da porção distal da tíbia e fibula. Os ossos do tarso apresentam sobrepostos parcial. A articulação do tornozelo e a articulação subtalar apresentam-se parcialmente sobreposta, os metatarsiano e as falanges estão sobrepostos. A incidência lateral permite avaliar ainda a relação angular entre o tálus e o calcâneo. Conhecido como: ângulo de Boehler. Ex: Um sistema de linha foi proposto (Boebler) para avaliar a posição das fraturas e outras deformidades do calcâneo.


5. CALCÂNEO AXIAL (Supero-Inferior) ou 
Incidência Plano Dorsal (Axial)

Incidência: Paciente em ortostático coloca-se o calcanhar afetado sobre a metade de um chassi. Deve-se exercer o peso do corpo sobre o calcâneo.
RC: Entrando com angulação de 40º a 45º na linha média do calcâneo e saindo no centro do filme, usa-se um cilindro nesta incidência.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18X24 dividido.
Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Proteger a região das gônadas.
Observação: Algumas literaturas o RC é descrito desta forma: RC cerca de 45º com o chassi, e entrando um centímetro acima da inserção do tendão de Aquiles no calcâneo, (hoje se chama Tendão Calcâneo)


6. INCIDÊNCIA PLANTO-DORSAL (Axial) 
Calcâneo Axial Ínfero - Superior, incidência de (Harris Beath)

Incidência: Paciente em decúbito dorsal ou sentado sobre a mesa. Parte posterior do calcâneo estará sobre o chassi. Dorsifletir o pé de forma que a superfície plantar do pé esteja quase perpendicular ao filme. O pé deverá ser tracionado para trás como auxilio de uma faixa.
RC: Entrando com uma angulação de 40º' a 45º no centro do calcâneo, e saindo no centro do filme (chassi).
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24 dividido
Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para proteger as gônadas.
Observação: Todo o calcâneo deve ser bem visualizado, desde a tuberosidade posteriormente, até a articulação talocalcâneo anteriormente.


7. CALCÂNEO P 
(Perfil) ou Lateral

Incidência: Paciente em DL (Decúbito Lateral). O lado a ser radiografado do calcanhar deve estar sobre o chassi. Fletir o joelho do membro afetado em cerca de 45º colocar a perna oposta atrás do membro que estará sendo radiografado. Dorsifletir o pé de forma que a Superfície Plantar forme ângulo reto com a perna.
RC: Perpendicular na vertical, entrando direcionando para um ponto 3,5 cm abaixo do maléolo medial.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24
Sem Bucky
Patologia: Fratura, esporões.
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para proteger as gônadas.


8. PÉ COMPLETO 
(Sem Perna) ou (Retro - Pé)

Incidência: Paciente em ortostático, o paciente estará em pé sobre a mesa com o pé a ser radiografado sobre o chassi 24X30. Para a:
lª incidência a perna do pé a ser radiografada deve ser afastada para trás, sem mover o pé que esta sobre o chassi 1
RC: Entrando com angulação de 15º Graus no centro da base do 3º' metatarso.
2ª Incidência: Sem tirar o pé do chassi a perna deve ser movida para frente, mas sem mover ou levantar o pé do chassi.
RC: Mover o tubo de RX para trás do paciente entrando com uma angulação de 25º Graus na linha lateral dos maléolos (parte posterior do Tornozelo). Recomenda-se um aumento da Técnica Radiológica.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 24x30 ou Transversal.
Sem Bucky
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Patologia: Estudar os ossos médios do pé.
Critério de Avaliação: Todo o tarso deve aparecer, a sobra da perna não pode sobrepor o tarso, não pode haver rotação do pé, Tarso, Metatarso e Artelhos com similar densidade.


9. PÉ COM CARGA AP

Incidência: Paciente ortostático, nesta incidência coloca-se os pés sobre o chassi um de cada lado. Deve se exercer o peso do corpo sobre os pés.
RC: Entrando com uma angulação de 15º Graus0 RC de 15º Graus é geralmente necessário para se ter um espaço entre o tubo de RX e o paciente que esta de pé sobre o chassi. O RC é posicionado entre os pés no centro do chassi, na linha da base do 3º metatarso
Dfofi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 24x30
Sem Bucky
Patologia: Avaliação e do arco plantar e comparação dos tarsos
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.



10. PÉ EM PERFIL COM CARGA

Incidência: Paciente em ortostático coloca-se o pé a ser radiografado sobre um suporte, no qual o chassi fica preso. O chassi estará na vertical no vão do suporte, (se tiver). Exercer todo o peso do corpo sobre os pés.
RC: Perpendicular na Horizontal, entrando ao nível do base do 3º metatarso.
Dfofi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 24x30
Sem Bucky
Patologia: Demonstrar as estruturas longitudinais do arco plantar
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.



11. SESAMÓIDE DO HÁLUX 
(Método de Lewis)

Incidência: Paciente em posição de DV, dorsifletir o pé de forma que sua superfície plantar forme um ângulo de aproximadamente de 15º a 20º Graus com o eixo vertical. Dorsifletir o 1º dedo (Hálux) e apoiar sobre o chassi para manter a posição.
RC: Perpendicular entrando na primeira articulação metatarsofalangeana.
Dfofi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 13x18
Sem Bucky
Patologia: Fratura do sesamóide
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Avaliação: Sesamóide e cabeça do 1º metatarsiano em perfil. Devem ser incluídos pelo menos três metatarsianos distais. Obs: Colocar a almofada na parte da perna para melhor acomodar o paciente.


12. HÁLUX 
(Método de HolIy)

Incidência: Paciente sentado na mesa parte posterior do calcâneo sobre o chassi coma perna estendida. Dorsifletir o pé formando um ângulo com o plano do chassi de 75º Graus. O paciente com a ajuda de uma faixa tracionará os artelhos.
RC: Perpendicular direcionado para a cabeça do primeiro osso do metatarso.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal 13x18
Sem Bucky
Patologia: Fratura de Sesamóide
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Sesamóide livre de qualquer porção do lº metatarso


13. TORNOZELO EM AP SOB ESTRESSE 
(Posição Inversão e Eversão)

Incidência: Paciente em DD. Travesseiro para a cabeça, pernas totalmente estendidas sobre a metade de um filme 1 8x24cm ou 24x30cm. Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo em relação ao RC e ao eixo longitudinal da parte do filme exposta. Dorsifletir o pé formado um ângulo com a perna mais próxima possível de 90º. Com a perna e o tornozelo em posição para uma incidência AP verdadeira sem rotação, é aplicado estresse na qual toda superfície plantar é voltada medialmente para inversão e lateralmente para eversão.
RC: Perpendicular ao filme, direcionado para um ponto a meio caminho entre os maléolos.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transverso 24X30
Sem Bucky
Patologia: Articulação do tornozelo para avaliação de separação articular e dilaceração ou ruptura do ligamento.
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Um médico ou outro profissional da área da saúde deve estar presente para segurar o pé e o tornozelo. Nestas incidências com estresse, caso as incidências sejam dolorosas para o paciente o médico pode injetar anestésico no local.


14. TORNOZELO P 
(Perfil) ou Lateral

Incidência: Paciente em DL, travesseiro para a cabeça. Articulação do tornozelo na metade de um chassis 18x24. Deve se apoiar a lateral externa do tornozelo no chassi e dorsifletir o pé para evitar algum tipo de rotação.
RC: Perpendicular entrando no centro da articulação do Tornozelo, orientado para o maléolo medial.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24, dividido
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Luxação.
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.


15. TORNOZELO AP VERDADEIRO

Incidência: Paciente em DD, travesseiro sob a cabeça. Perna totalmente estendida, articulação do tornozelo sobre a metade de um chassi. Não dorsifletir o pé e assegurar que toda perna não esteja rodada.
RC: Perpendicular ao filme, direcionado para um ponto a meio caminho entre os maléolos.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24 dividido
Sem Bucky
Patologia: Luxação, Fratura
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Nesta incidência a porção lateral da articulação não deve apresentar-se aberta. Se esta porção da articulação do tornozelo apareceu aberta na incidência AP verdadeira, pode surgir um afastamento da articulação do tornozelo em virtude de ruptura dos ligamentos.



16. TORNOZELO AP (Incidência do Encaixe) 
ROTAÇÃO MEDIAL de 15º a 20º Graus

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça, pernas totalmente estendidas. Coloca-se o tornozelo sobre a metade de um chassi 18x24cm. Rodar internamente toda a perna e o pé em cerca de 15º a 20º Graus.
RC: Perpendicular ao filme entrando na articulação do tornozelo a meio caminho entre os maléolos.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24 dividido
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Luxação ou Entorse
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Pode se fazer ainda a incidência AP em Rotação medial 45º Graus (perna e pé rodados), para ver fraturas sutis, ou visualizar a articulação talocalcâneo.



17. TORNOZELO AP AXIAL OBLÍQUA 
(Método de Isherwood) Articulação Subtalar

Incidência: Paciente sentado sobre a mesa como tornozelo e pernas estendidas. A articulação tornozelo deve estar sobre a metade de um chassi 18x24. Virar o pé lateralmente com angulação de 30º Graus sobre uma cunha ou espuma.
RC: Perpendicular com um ângulo de 10º Graus direcionado a 2,5 cm distal ao maléolo medial.
DfoFi 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24, dividido
Sem Bucky
Patologia: Pesquisa da articulação subtalar, Luxação da subtalar
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Estruturas demonstradas, o resultado da imagem mostra a articulação sub-talar posterior e em perfil.



18. PERNA FRENTE (AP) TÍBIA E FÍBULA

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça. Pernas totalmente estendidas. A perna a ser radiografada sobre o chassi 30x40, dividido. Assegurar que as articulações dos Tornozelos e Joelhos estejam de 3 a 5cm distantes das extremidades do chassi não haverá rotação nem dos joelhos e nem dos tornozelos, pois essa incidência é um AP verdadeiro da perna. Dorsifletir o pé a 90º Graus em relação a perna. e se possível, colocar saco de areia contra o pé para estabilização.
RC: Perpendicular ao filme, direcionado para um ponto médio da perna.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 3Ox4Ocm
Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Para melhor utilizar o efeito anódico, colocar o joelho na extremidade catódica do feixe de RX.



19. PERNA P 
(Perfil) ou Lateral

Incidência: Paciente em DL, travesseiro para a cabeça. Coloca-se a perna a ser radiografada sobre a metade de um chassis 3Ox4Ocm deve-se apoiar a lateral externa da perna no chassi. O plano da patela deve ser perpendicular ao filme. Geralmente a perna oposta (não radiografada) deve ser colocada atrás da perna afetada e apoiada com um travesseiro ou almofada.
RC: Perpendicular no centro da perna
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal 30x40, dividido
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Corpo Estranho ou Tumor.
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: A articulação do joelho e tornozelo deve ser incluída no filme. Para melhor utilizar o efeito anódico. E colocar joelho na extremidade catódica do feixe do RX.


20. JOELHO AP

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça. Coloca-se o joelho a ser radiografado sobre a linha central da mesa, joelhos estendidos. Rodar a perna internamente de 30º à 50º Graus (Ferguson) para um AP verdadeiro
RC: Paralelo ao platô tibial, no paciente de tamanho médio, isso é, RC perpendicular ao filme para um ponto 2 cm distal ao ápice da patela. (Ápice Inferior da Patela)
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal 18x24
Com ou Sem Bucky
Patologia: Fratura, Luxação.
Proteção: Proteger a área pélvica.
Observação: Para determinar se o RC esta paralelo ao platô tibial e para obter um espaço articular aberto do joelho, deve-se medir a distância da EIAS (Espinha Ilíaca Ântero - Superior), até o tampo da mesa para determinar o ângulo do RC da seguinte forma: 19cm 3º a 5º Graus caudal (coxas e nádegas finas), 19cm a 24cm ângulo de 10 ºGraus (coxas e nádegas médias)24cm 3º a 5º cranial (coxas e nádegas grandes).


21. JOELHO PERFIL 
(Lateral)

Incidência: Paciente em DL, travesseiro para a cabeça fletir o joelho de 20º a 30º Graus para se ter um perfil absoluto. Essa flexão é preferida, porque relaxa os músculos e mostra o máximo de volume da cavidade articular.
RC: 5º a 7º Graus cranial entrando na articulação do joelho.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 24x30, dividido ou 18x24 Longitudinal.
Com ou Sem Bucky
Patologia: Fratura, Luxação
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas
Critério de Avaliação: Lateral verdadeiro, os epicôndilos devem estar diretamente sobrepostos, a patela deve ser observada em perfil, com espaço articular patelofemural aberto.
Obs: Angular o RC de 7º a 10º Graus em paciente baixo com pelve larga, e apenas cerca de 5º em paciente alto, no sexo masculino, com pelve estreita.


22. JOELHO PA 
(Patela)

Incidência: Paciente em DD, travesseiro para a cabeça. Pernas estendidas, suporte para os tornozelos e suporte menor para o fêmur. Centralizar o joelho na linha central da mesa. Para PA Verdadeira. A linha inter-epicondilar deve estar paralelo ao plano do filme (isso geralmente exige rotação interna de aproximadamente 5º Graus da face anterior do joelho, ou rodar o calcantar 5º a 10º lateralmente.
RC: Perpendicular ao filme, entrando na área media da patela, que geralmente esta aproximadamente no meio da prega poplítea.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24cm
Com ou Sem Bucky
Patologia: Fratura
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: A articulação do joelho e da patela (A incidência PA permite melhor visualização da patela do que o AP, devido a menor distância objeto-filme).


23. JOELHO - FOSSA INTERCONDILAR 
Túnel do Joelho (Axial AP) (Supero - Inferior)

Incidência: Paciente em decúbito dorsal com "suporte" sob o joelho, fletir a perna de 40º a 45º Graus e colocar o chassi firmemente contra a face posterior (sob) a coxa e da perna. Ajustar o chassi, conforme necessário, para centralizar a área média do joelho em relação ao filme. Colocar saco de areia sob os pés para melhor estabilidade.
RC Perpendicular a perna 40º a 45º Graus Cranial entrando 2cm, distal (abaixo) da parte inferior da patela (ápice da patela).
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24cm
Sem Bucky
Patologia: Fratura Intercondiliana.
Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas.
Observação: Esta incidência não é preferida em virtude da distorção do ângulo do RC (K Bontrager, RC 40º a 45º Graus cranial 2cm, distal ao ápice da patela) e aumento da distância do filme, exceto se tiver um chassi curvo (Método de Beckerle). Essa incidência aumenta a exposição da região das gônadas. Colocar suporte sob o chassi para que o chassi encoste na face posterior da coxa e da perna.
Critério de Avaliação: Fossa intercondilar mostrada em perfil, côndilos femurais e tibial, eminência intercondilar e facetas articulares da tibia (platô- tibial). Abertura intercondilar da fossa. Não pode haver sobreposição da fossa pela parte inferior da patela. Não pode haver rotação da articulação tibio-fibular.


24. PA AXIAL - TÚNEL DO JOELHO 
Método de Holmblad

Incidência: Paciente ajoelhado sobre a mesa de RX. Com o paciente ajoelhado sobre os quatro membros colocar o chassi sob o joelho afetado. Centralizar o chassi sob a parte inferior da patela. Pedir ao paciente que sustente o peso do corpo basicamente sobre o joelho oposto. Pedir ao paciente que se incline para frente 20º a 30º Graus e mantenha-se nesta posição (resulta em flexão do joelho de 60º a 70º)
RC: Perpendicular ao filme e a perna.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24cm
Sem Bucky
Patologia: Fratura Intercondiliana...etc
Proteção: Colocar escudo de chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Fossas dos intercondilos mostrada em perfil, côndilos femurais e tibial eminência intercondilar e facetas articulares da tibia.


25. PA AXIAL - Túnel do Joelho 
Método de Camp Coventry

Incidência : Paciente em Decúbito Ventral, travesseiro para a cabeça. Fletir o joelho entre 40º a 50º Graus, e colocar suporte sob o tornozelo de modo que ele esteja bem elevado. Centralizar a articulação do joelho no chassi, considerando-se a incidência do ângulo do RC.
RC: Entrando com angulação de 40º a 50º Graus caudal, entrando na articulação do joelho. Obs: O RC de acordo com a angulação da perna.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal 18x24cm
Sem Bucky
Patologia: Fratura intercondilar, etc
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Para esta incidência é mais importante que a fossa intercondilar apareça em perfil, aberta sem a sobreposição da patela.


26. JOELHO AXIAL DE PATELA - Decúbito Ventral 
Método de Settegast

Incidência: Paciente em DV com o chassi sob o joelho. Lentamente, fletir o joelho em um angulo de 90º Graus. O paciente deve segurar uma faixa ou fita sob o peito do pé ou do tornozelo e puxar, para manter a posição do joelho.
RC: Entrando com angulação de 15º a 20º Graus do eixo longitudinal da perna, para o meio do espaço articular patelo-femural
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: longitudinal l8x24cm
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Subluxação
Proteção: Colocar escudo de chumbo para proteger as gônadas.
Observação 1 : A principal desvantagem deste método é que flexão aguda do joelho torna impossível utilizá-lo no tratamento do joelho. Também o quadríceps contraído tende a centralizar a patela e a deslocá-la para o sulco intercondilar, assim reduzindo o valor desta incidência para diagnóstico.
Observação 2 : Philip W. Ballinger comenta sobre o RC para essa incidência : Perpendicular no espaço articular entre a patela e o côndilo femoral, quando a articulação estiver perpendicular. Quando a articulação estiver perpendicular, a angulação do RC depende da flexão do Grau do Joelho. A angulação típica será de 15º a 20º Graus .
Avaliação: O resultado da imagem mostra fratura do osso (patela) e a superfície da articulação patelo-femural .
Observação 3: O uso da faixa no tornozelo para manter a incidência (Joelho em 90º), é uma opção.


27. AXIAL DE PATELA (Joelho) 
(Paciente sentado sobre a mesa) Método de Settegast

Incidência: Paciente sentado sobre a mesa, o fêmur e a perna formarão entre si um ângulo de 45º entre o fêmur e a perna. O chassi estará sendo colocado na parte anterior distal do fêmur, de forma longitudinal segurado pelo paciente, passando pela patela cerca de 3cm.
RC : Perpendicular ao filme na horizontal, entrando na base inferior da patela.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal l3xl8cm
Sem Bucky
Patologia: Fratura, Luxação da Patela, Fratura Intercondilar, etc.
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.


28. AXIAL DE PATELA

Incidência: Paciente em DV, travesseiro para a cabeça. Os pés deverão estar repousando sobre a mesa (o que não será radiografado) ajustar o corpo para que a incidência não saia rodada. Colocar o filme abaixo do joelho do paciente. Vagarosamente Flexionar a perna, para que a perna e a mesa formem um ângulo de 50º a 60º Graus. Repousar os pés (ante-pé) contra o colimador, e colocar uma proteção (panos) entre os pés e o colimador no caso em que ele esteja aquecido (quente)
RC: Entrando com uma angulação de 45º Graus Cranial, e é direcionado através da articulação patelo-femural.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24cm
Sem Bucky
Patologia: Subluxaçao da patela e fratura da patela.
Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Laurin (1968). Observou que para sub-luxaçao é mais fácil ser demonstrada quando o joelho é flexionado a 20º Graus de limitação da necessidade deste pequeno ângulo. Na verdade modernos equipamentos frequentemente não, permite em angulação pequena por causa do tamanho do colimador. Patela em perfil. articulação patelo-femural aberta, superfície dos côndilos femurais, tecidos moles da articulação fêmuro-patelar côndilos femurais.


29. AXIAL DE PATELA (Joelho) 
OU NASCENTE OU LINHA DE HORIZONTE 
Método Bilateral de Merchante

Incidência : Paciente em DD com os joelhos fletidos a 45º Graus sobre a extremidade da mesa, apoiando em um suporte para a perna. Colocar suporte sob os joelhos para levantar as porções distais dos fêmures, de forma que fiquem paralelos ao tampo da mesa, joelho e pés juntos e segurar as pernas juntas abaixo dos joelhos a fim de evitar rotação e permitir que o paciente fique totalmente relaxado
RC: Entrando com uma angulação de 30º Graus caudal, no plano Horizontal, direcionado o RC para um ponto a meio caminho entre as patelas, o RC fará um ângulo de 60º Graus com a vertical.
DfoFi: 1,20 a 1,80 Metros, isso aumenta a DFOFI, más reduz a ampliação.
Sentido do Chassi: Colocar o chassi no suporte, fazendo o chassi tocar nas pernas distancia do chassi 30cm abaixo do joelho. Perpendicular ao eixo do RX.
Sem Bucky
Patologia: Fratura de patela, ou Sub-luxação
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Demonstrações visíveis na radiografia. Visão da patela no plano, axial, sulco intercondilar, e articulação patelo-femural, como músculo quadríceps femoral relaxado.



30. JOELHO AXIAL DE PATELA 
(RC Perpendicular 30º, 60º e 90º Graus) 
Relação Perna - Fêmur

Incidência : Paciente em DV com o joelho a ser radiografado na LCM. O paciente fará 3 movimentos com a perna, a ser examinada. As angulações serão feitas entre o fêmur e a perna.
RC: Entrando perpendicular na vertical, na parte inferior da patela.
1º Perna formará um ângulo de 30º com o fêmur .
2º Perna formará um ângulo de 60º com o fêmur .
3º Perna formará um ângulo de 90º com o fêmur .
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal para uma incidência usar 18x24cm, para duas incidências usar 18x24cm divido, para 3 ou mais usar o chassi 24x30cm dividido.
Sem Bucky
Patologia: Fratura.. Síndrome Patelo-femural (Patela Alta).
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Obs: Esta incidência é própria para Síndrome Patelo-femural. A patela alta pode causar parestesia (dormência muscular)



31. AXIAL DO JOELHO 
(30º, 60º e 90º Graus) 
Relação Perna - Raios-X Incidência :

Paciente em DV, com o joelho fletido em 30º, 60º e 90º Graus, fazê-los separados. Nessas incidências mover o RC de acordo com a flexão do joelho. Para a V incidência a perna formará um ângulo de 90º Graus com o fêmur e o RC entrará 15º Sobre a parte inferior da patela
RC: Incindindo sobre a parte inferior da patela com o paciente apoiando o dorso dos pés na superfície do colimador . Existe a opção de usar o cilindro de extensão.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal l3xl8cm para duas incidências ou mais, usar 24x30cm dividindo as partes do chassi.
Sem Bucky
Patologia: Fratura. Sub - Luxação, etc.
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Tomar cuidado para que a superfície do colimador não esteja quente. tendo a possibilidade de queimar o paciente, se possível usar uma proteção no ante-pé .


32. JOELHO EM ESTRESSE AP

Incidência : Paciente em DD, coloca-se o joelho a ser radiografado sobre a LCM. Serão exercidas pressões internas e externas nas articulações ao mesmo tempo um médico responsável, ou alguém da área segurará o fêmur e tracionará a perna, de modo que as articulações sejam abertas.
RC: Entrando no meio da Articulação e saindo no meio do chassi.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24 ou 24x30 dividido.
Com ou Sem Bucky
Patologia: Abertura do espaço articular.
Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Para exames de pneumoartografia utilizar-se o estresse AP ou O, solicitado para observar ruptura de ligamentos



33. JOELHO BILATERAL - PA (Com Carga) 
Método de Weight-Bearing

Incidência : Paciente em ortostase com os dois joelhos encostados na LCBV (Linha Central do Bucky Vertical). Flexionando os joelhos e posicionando os fêmures, num ângulo de 45º Graus. Paciente deverá se segurar no Bucky Vertical.
RC: Perpendicular na horizontal entrando com 10º Graus caudal através do espaço articular tibiofibular que corresponde 1,3cm abaixo da parte inferior da patela (ápice) "K. Bontrager indica 20º na flexão dos joelhos"
DfoFi: 1,22 (Menor divergência do feixe do RX)
Sentido do Chassi: Transversal 24x30cm e 30x40
Com Bucky
Patologia: Estreitamento do espaço articular, e degeneração da doença, enfermidade da cartilagem articular.
Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Visualização do platô Tibial.



34. JOELHO BILATERAL (Com Carga) AP 
Método de Wight-Bearing

Incidência: Paciente em ortostase com o dorso voltado para o LCBV. Posicionar o chassi somente colocando o seu centro 1,3 cm abaixo da parte superior da patela. Os pés devem estar para frente, e com os joelhos completamente estendidos.
RC: Perpendicular na Horizontal, centralizado no meio do filme, entrando 1,3cm abaixo da parte inferior da patela.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal 24x30cm ou 3Ox4Ocm
Com Bucky
Patologia: O resultado da imagem mostra o espaço da articulação dos joelhos. A patologia do joelho Varo e Valgo podem ser demonstrados nessa incidência.
Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas.


35. PATELA OBLÍQUA AXIAL (OPA) 
(Rotação Interna e Externa) Método de Kuchendorf

Incidência : Paciente em DV, rodar o joelho ou fazer uma rotação com o joelho aproximadamente de 35º a 40º Graus. Pressionar o Hálux sobre a mesa, colocar uma almofada sob o tornozelo para o conforto do paciente, fletir o joelho levemente para relaxar os músculos quadríceps. Posicionando o joelho (patela) do lado interno e externo. O membro não radiografado estará estendido ao longo do corpo e levemente abduzido.
RC: Perpendicular ao filme, orientado para o meio da patela ou 25º a 30º Graus caudal., (Método de Kunchendorf).
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 18x24,dividido
Sem Bucky
Patologia: Fratura.
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: RC 25º a 30º Graus caudal projetará mais da patela sem sobreposição do fêmur. Pode-se fazer OPA (Obliqua Póstero Anterior) com o RC perpendicular.


36. FÊMUR AP

Incidência : Paciente em DD, travesseiro para a cabeça. Centralizar o fêmur na Linha media (central) da mesa. Rodar a perna internamente em cerca de 5º para uma incidência AP verdadeira como para uma incidência AP do Joelho. MMII estendidos ao longo do corpo, e colocar suporte sob o joelho para nivelar o fêmur para um AP verdadeiro.
RC: Perpendicular ao fêmur e ao filme, entrando no meio do fêmur e saindo no centro do filme.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: longitudinal 30x40 dividido. A borda inferior do chassi 5cm abaixo da articulação do joelho.
Com Bucky
Patologia: Fratura, Corpo Estranho, Tumor.
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Critério de Avaliação: Algumas rotinas de departamento incluem ambas as articulações em pelo menos uma incidência em todos os exames iniciais do fêmur. Para um adulto grande deve-se utilizar então um segundo filme menor (24x30), para uma incidência AP do joelho ou do quadril, assegurando a inclusão das articulações do quadril e do joelho.
Observação: Se ao quadril for incluída a perna deve ser rodada 10º a 15º Graus internamente para colocar o colo do fêmur em perfil. Espaço articular do joelho distando no mínimo 2,5cm da margem distal do filme.


37. FÊMUR P (Perfil) 
Médio-lateral

Incidência : Paciente em DL, travesseiro para a cabeça. Fêmur Centralizado na LCM, fletir o joelho cerca de 45º Graus, colocar almofadas ou saco de areia sob o tornozelo para manter em posição lateral verdadeira. O membro não radiografado deverá ser colocado atrás do qual esta sendo radiografado, tendo a opção de ser fletido ou não.
RC: Perpendicular ao fêmur e ao filme. O RC entrando do meio do fêmur e saindo no centro do filme.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: longitudinal 30x 40,ou 35x43 dividido.
Com Bucky
Patologia: Fratura, Tumor, Corpo Estranho.
Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas.
Observação: Para melhor utilizar o efeito anódico, colocar o quadril na extremidade catódica do feixe de RX. O fêmur deve estar centralizado no campo de colimação com a articulação do quadril distante no mínimo 2,5cm da margem proximal do filme.
Critério de Avaliação: A porção proximal do fêmur e a articulação do quadril não deve ser sobrepostas pelos membros opostos. Lateral verdadeira: evidenciada pela sobre posição dos trocânters maior e menor pelo fêmur com apenas uma pequena parte do trocânter menor visível na face medial. O maior deve estar quase simetricamente sobreposto pelo colo do fêmur.
Modo de Ajustar o Chassi: Ajustar o chassi para incluir a articulação do quadril no filme, considerando-se a divergência do feixe de raios-X (apalpar a espinha ilíaca ântero - superior.) colocando o chassi 2 cm acima desta.


38. AP DA PELVE 
(Bilateral do Quadril)

Incidência A: Paciente em D. Dorsal, travesseiro sob a cabeça. MMSS estendidos ao longo do corpo ou fletir os cúbitos e repousar as mãos sobre o tórax. MMII estendidos, mas com suporte sob os joelhos. Separar pernas e pés, a seguir rodar internamente os eixos longitudinais dos pés entre 15º e 20º
RC: Perpendicular, entrando em um ponto a meio caminho entre o nível das "ElAS" (Espinha Ilíaca Antero Superior), e a sínfise púbica. A ElAS esta 5cm, superior a sínfise púbica.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 35x43. Obs: Se a pelve for profunda e grande, apalpar a crista do ílio e ajustar a posição do filme para que a borda superior do chassi em relação ao RC ou a meio caminho entre o nível das ElAS e a sínfise púbica.
Com Bucky
Patologia: Fratura, Luxação e Doenças Degenerativas.
Proteção: A proteção gonadal deve ser realizada em todos os homens em idade reprodutiva.
Critério de Avaliação: Toda pelve e as porções proximais dos fêmures devem ser incluídas e centralizadas no filme. As asas ilíacas devem apresentar-se simétricas e iguais em tamanho, bem como os dois forames obturadores. As espinhas isquiáticas direita e esquerda (se visíveis) devem apresentar-se iguais também em tamanho.
Incidência B: Martz e Taylor recomendam duas projeções da pelve para demonstração das relações da cabeça femoral e acetábulo em paciente com deslocação congênita do quadril. A primeira projeção é obtida com o RC direcionado perpendicular para a sínfise púbica para detectar algum tipo de deslocamento lateral ou superior da cabeça do fêmur. A segunda projeção com o RC direcionado para a sínfise púbica com uma angulação cranial de 45º. Esta angulação joga ou tira a sombra da cabeça femoral luxada anteriormente da imagem do acetábulo. E se a luxação for posterior, aparecerá a cabeça femoral abaixo do acetábulo.


39. AP PELVE LOWESTEIN 
(Perna de RÃ Bilateral) 
Método de Cleaves Modificado

Incidência : Paciente em D.Dorsal, travesseiro para a cabeça, braços. e mãos sobre o tórax. Fletir os quadris e os joelhos, colocar as superfícies plantares dos pés juntos. e abduzir ambos os fêmures a 40º a 45º do eixo vertical.
RC: Perpendicular ao filme, entrando para um ponto 2,5cm, superior a sínfise púbica.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 35x43 ou 35x35
Com Bucky
Patologia: Luxação congênita do quadril (L.C.Q.), má formação da articulação do coxo femoral.
Proteção: Proteger as gônadas de homens e mulheres.
Critério de Avaliação: Interromper a respiração durante a exposição. Menor abdução dos fêmures com apenas 20º ou 30º do eixo vertical proporciona o mínimo encurtamento dos colos femurais, encurta as porções proximais dos fêmures, o que não é desejável.



40. LATERAL EM Rà
DA PORÇÃO PROXIMAL DO FÊMUR E QUADRIL

Incidência A :
O P.M.S. sobre a L.C.M.. O paciente é colocado em D. Dorsal com os joelhos fletidos, as plantas dos pés unidos, as coxas abduzidas ao máximo.
RC: Desejando-se a visualização simultânea de ambos os quadris, o RC é orientado verticalmente ou com uma angulação cranial de 10º a 15º até um ponto acima da sínfise púbica.
DfoFi: 1 Metro
Sentido do Chassi: Transversal, 30x40 ou 35x43
Com Bucky
Patologia: A incidência lateral em rã permite uma avaliação adequada de fraturas da cabeça do fêmur e dos trocânteres maior e menor, LCQ (Luxação Congênita do Quadril)
Proteção: Protetor para as gônadas.

Incidência B:
Na projeção Axiolateral (Método original de CLEAVES).
RC: Paralelo ao eixo do fêmur. O ângulo do RC pode variar entre 25º a 45º
Critério de Avaliação:
1º Temos uma visão lateral do colo do fêmur.
2º Esta incidência serve para diagnosticar traumas.
3º Não há sobreposição dos trocânteres maior.
4º Colo do fêmur angulado aproximadamente 15º a 20º do corpo femoral.


41. PELVE (Bacia) 
Fergunson

Incidência: Paciente em D.Dorsal. o P.M.S. sobre a L.C.M., os pés em rotação Fergunson e unindo as falanges distais do Hálux.
RC: Entrando com uma angulação de 25º a 30º cranial. 5cm acima da sínfise púbica e saindo no centro do chassi , (ou filme utilizado).
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal, 30x40 ou 35x43.
Com Bucky
Patologia: Visualização do A.C.F., e luxação ou calcificação da articulação.
Proteção: Protetor para as gônadas.


42. PELVE PERFIL ABSOLUTO

Incidência : Paciente em D.Lateral. Estender os membros inferiores de maneira que as asas ilíacas também estejam num mesmo plano, em perfil absoluto. Colocar suporte sob as vértebras lombares entre tornozelos e joelhos para conforto do paciente.
RC: Entrar acima da depressão sobre o grande trocânter sobre a superfície lateral da coxa.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: longitudinal 30x40 ou 35x43
Com Bucky
Patologia: Fratura, Corpo Estranho.
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: As três articulações deverão estar em perfil absoluto, no mesmo plano para um perfil verdadeiro.



43. PELVE AP ORTOSTÁTICA 
(Método do Risser)

Incidência : Paciente em ortostático. encostando a parte posterior do corpo na LCBV.O P.M.S. sobre a L.C.B.V., em rotação Ferguson (Interna).
RC: Perpendicular na Horizontal, entrando 5cm acima da sínfise púbica.
DfoFi : 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal, 35x43
Patologia: Avaliação para núcleo de crescimento infantil (Idade Óssea)
Proteção: Protetor para as gônadas.


44. QUADRIL PERFIL ACFP 
(Articulação Coxo Femoral Perfil) 
Método de Laustein

Incidência : Paciente em D.Lateral, travesseiro para o conforto da cabeça. O lado externo da Articulação coxofemoral deverá estar na L.C.M.. A perna e o fêmur deverão estar fletidos. O outro membro inferior o que não sem radiografado estará estendido e esticado sobre o que será radiografado. O paciente sofrerá uma leve rotação interna do corpo.
RC: Perpendicular na vertical entrando no acetábulo e saindo no centro do filme.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal, 24x30 com o bordo superior do chassi 3 a 4cm da crista ilíaca.
Com Bucky
Patologia: Luxação Coxofemoral, Fratura, Doenças Degenerativas.
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: O grau de obliquidade depende de como o paciente pode abduzir o fêmur.
Critério de Avaliação: Visualização do acetábulo em projeção oblíqua a articulação coxofemoral em falso perfil. Rotacionar a pelve não mais que o necessário para acomodar a flexão da coxa para evitar a sobreposição do lado afetado.


45. QUADRIL LATERAL (Perfil) 
Método de Hickey

Incidência : Na mesma exposição do Quadril Perfil Alar (incidência anterior), mudando apenas o RC.
RC: Entrando com uma angulação de 20º a 25º no Colo - Femoral
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Centralizar o Chassi no centro do RC. Longitudinal 24x30cm.
Com Bucky
Patologia: Luxação Coxofemoral, Fratura, Doenças Destrutivas.
Proteção: Protetor para as gônadas.
Critério de Avaliação: O resultado da imagem mostra uma projeção lateral do quadril incluindo o acetábulo, a parte proximal do fêmur, e a rotação da cabeça do fêmur com o acetábulo.


46. PELVE FORAME OBTURADO AP (Obliqua Anterior)
 Método de Judet

Incidência : Para a incidência obliqua anterior (Judet), da pelve o paciente é posto em D.Dorsal e rodado anteriormente elevando-se o quadril afetado em 45º O forame obturado estará na L.C.M. O forame obturado estará mais próximo do RC, e consequentemente mais distante do plano da mesa.
RC: É orientado verticalmente para o quadril (A.C.F.).
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24 e Transversal 24x30
Com Bucky
Patologia: Estudo do Forame Obturado
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: Nesta incidência a coluna ílio-púbica (anterior) e o rebordo posterior do acetábulo são bem delineados.


47. A.C.F. PERFIL CIRÚRGICO 
Método de Danelius Milier

Incidência : Para esta incidência lateral do quadril o paciente é posto em D.Dorsal com o membro afetado estendido e a perna oposta elevada e abduzida e colocada em um suporte . O chassi é colocado na face lateral do quadril afetado.
RC: É orientado Horizontalmente para a região do colo do fêmur (inguinal) com angulação de mais ou menos 20º a 25º cranial
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal 24x30
Sem Bucky
Patologia: Estudo do controle de fraturas em exames intra-operatórios e permite um estudo da A.C.F. em perfil quase verdadeiro.
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: Rodar a perna afetada internamente de 15º a 20° Graus, exceto se contra-indicado.


48. ESCANOMETRIA DE MEMBROS INFERIORES - MMII

Incidência : Paciente em D.Dorsal, P.M.S. sobre a L.C.M., em posição anatômica, os pés em rotação Ferguson, devendo-se prender as extremidades dos pés do paciente para não sair da posição. Utiliza-se uma régua escanométrica, a qual deverá ser presa sobre a L.C.M., contendo as três articulações a serem radiografadas.
RC: Perpendicular na vertical entrando no centro das articulações
DfoFi: 1m
1º Articulações Coxofemorais
2º Articulações dos Joelhos
3º Articulações dos Tornozelos.
Sentido do Chassi: Longitudinal 3Ox4Oou 35x43 , dividido em três partes.
Com Bucky
Patologia: Esta incidência serve para estudo de diferenças dos membros inferiores.
Proteção: Protetor para as gônadas.


49. PANORÂMICO DOS MMII (Goniometria) 
(Estudo do Eixo Longitudinal dos MMII)

Incidência: Paciente em ortostático, ficando o P.M.S. no centro da L.C.B.V., os membros inferiores unidos, os pés em rotação Ferguson.
RC: Perpendicular na Horizontal entrando no centro do chassi.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Longitudinal 35x91, filme conhecido corno minhocão.
Com Bucky
Patologia: Estudo dos MMII
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: Esta incidência é indicada para o estudo do eixo longitudinal dos MMII, será radiografado os MMII em uma única exposição de raios-x


50. PELVE VAN ROSEN

Incidência: Paciente em D. Dorsal o P.M.S. centralizado na L.C.M.. Os membros inferiores estendidos e com os pés em rotação Ferguson, e o Hálux distanciados uns dos outros aproximadamente 20cm. As pernas estarão colocadas ou afastadas urna das outras colocadas nas laterais da mesa.
RC: Perpendicular na vertical, entrando aproximadamente 5cm, acima do púbis.
DfoFi: 1 metro
Sentido do Chassi: Transversal filme 30x40 ou 35x35.
Com Bucky
Patologia: Luxação congênita ou má formação congênita da articulação coxo femoral
Proteção: Protetor para as gônadas.
Observação: Temos na incidência de Van Rose 45º Graus total entre as duas pernas que em relação a L.C.M. temos 22,5cm para cada lado.



Posicionamentos dos Membros Inferiores





Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

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