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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

069) O SISTEMA CIRCULATÓRIO E LINFÁTICO




SISTEMA CIRCULATÓRIO



No ser humano, como em todos os mamíferos, a circulação é feita através de um sistema fechado de vasos sanguíneos, cujo núcleo funcional é o coração. A circulação é responsável pela disseminação de alimentos e de oxigênio e retirada dos restos formados pelas atividades celulares, esse trabalho é executo pelo sangue.


CORAÇÃO:
- Tamanho: aproximadamente o tamanho de um punho fechado.
- Peso: cerca de 300 gramas.
- Número de batimentos cardíacos por minuto: bate ente 72 e 80 vezes/min.
- Função: mantém uma corrente constante de sangue venoso para os pulmões e outra de sangue arterial para as diferentes partes do corpo.

O coração é um músculo oco, de fibras estriadas, revestido externamente pelo pericárdio (serosa) e dividido por um septo vertical em duas metades. Cada metade consiste de duas câmaras: 1 aurícula superior e 1 ventrículo inferior. Entre cada câmara há uma válvula, a tricúspide do lado direito do coração e a bicúspide ou mitral, do lado esquerdo. Estas válvulas abrem-se em direção aos ventrículos durante a contração das aurículas e, em seguida, fecham-se, impedindo o refluxo do sangue. Na aurícula direita chegam às veias cavas superior e inferior e na aurícula esquerda, as quatro veias pulmonares. Do ventrículo direito sai a artéria pulmonar e do ventrículo esquerdo sai a artéria aorta. Em cada contração, o sangue é bombeado, com certa pressão, para o interior dos vasos sanguíneos (artérias, arteríola, capilares vênulas e veias). O coração funciona como uma bomba e seu trabalho resulta na circulação do sangue no organismo. Esse trabalho é possível graças à presença de uma musculatura cardíaca chamada miocárdio. Quando o coração se relaxa (diástole), enche-se de sangue, que chega através das veias; ao contrair os vasos, artérias, o sangue é levado para todo o organismo.


OS VASOS SANGUÍNEOS:

ARTÉRIASsão os vasos ao longo dos quais flui o sangue do coração para os capilares; ramificam-se em vasos de menor calibra, constituindo as arteríolas. As paredes destes vasos são grossas para suportar a pressão exercida pelo sangue.

CAPILARES são vasos de diâmetro muitíssimo reduzido, constituindo as ultimas ramificações das arteríolas e vênulas. São os capilares que põem em comunicação os sistemas arterial e venoso.

VEIAS são os vasos ao longo dos quais o sangue volta ao coração. Internamente são providas de válvulas que impedem o refluxo do sangue. Como as artérias, também se ramificam em vasos de menor calibre, denominados vênulas, que ligam veias aos capilares.

PEQUENA E GRANDE CIRCULAÇÃO. A saída do sangue venoso do ventrículo direito, através da artéria pulmonar, e sua volta, já oxigenado ao nível pulmonar, através das veias pulmonares até a aurícula esquerda, correspondem à pequena circulação. A saída do sangue arterial do ventrículo esquerdo, através da artéria aorta, e sua volta até a aurícula direita, através da veia cava, correspondem à grande circulação.

CIRCULAÇÃO LINFÁTICA. A linha espalhada na intimidade dos tecidos e debaixo da pele é recolhida em capilares linfáticos, passa para vasos linfáticos que desembocam em dois troncos; o canal torácico e grande veia linfática. Estes dois troncos se abrem, respectivamente, nas veias subclávia esquerda e subclávia direita. Das veias subclávias, a linha passa para a veia cava superior entrando na circulação geral. No trajeto dos vasos linfáticos, encontram-se pequenos espessamentos, os gânglios linfáticos, cuja principal função é produzir leucócitos. Os vasos linfáticos intestinais são denominados vasos quiliferos porque recebem parte do quilo durante a absorção.






QUADRO RESUMIDO:

- LOCALIZAÇÃO = O coração localiza-se na cavidade torácica em um espaço denominado de mediastino entre os 2 sacos pleurais.

- DEFINIÇÃO = É um órgão muscular oco que funciona como uma bomba contrátil propulsora.

- SEROSAS = As cavidades do miocárdio são revestidas por uma serosa denominada endocárdio (internamente); o miocárdio é forrado pelo epicárdio (externamente).

- PERICÁRDIO = saco fibro-seroso que isola o coração no mediastino, das demais estruturas. Divide-se em pericárdio visceral e pericárdio parietal.

- NA ANATOMIA = o coração apresenta 4 cavidades (2 átrios superiormente e 2 ventrículos inferiormente). Possui dispositivos fibro-tendíneos, que controlam o fluxo de sangue, impedindo o seu refluxo. O coração tem um ápice inclinado obliquamente para a esquerda e uma base superiormente.

- VASOS DE BASE = são aqueles por onde o sangue chega ou sai do coração.
- VEIAS = vasos aferentes.
- ARTÉRIAS = vasos eferentes.


EXERCÍCIO:
1) Descreva veias e dê 2 exemplos.
2) Descreva artérias e dê 3 exemplos.
3) Descreva valvas e cite exemplo.
4) O que são vasos de base ? Regionalize-os.
5) Caracterize o coração.
6) Defina coração.
7) Quais membranas revestem o coração ?
8) Defina pericárdio.
9) Que vasos nutrem os músculos miocárdios ?
10) De que maneira os resíduos metabólicos são eliminados ?
11) Defina capilar.
12) Defina sangue e cite seus componentes e funções.
13) Descreva hematose.


RESPOSTAS:

1) No sistema circulatório, uma veia é um vaso sanguíneo que leva sangue em direção ao coração. O sangue pobre em oxigênio é recolhido pelas veias e levado até o átrio direito do coração, que transfere sangue para o ventrículo direito. Exemplos: Veias cavas e pulmonares.

2) Artérias são vasos sanguíneos que carregam sangue a partir dos ventrículos do coração para todas as partes do nosso corpo. Exemplos: Artérias aorta e pulmonares.

3) Estrutura presente no coração que regula passagem de sangue e fluidos. Abrem-se em direção aos ventrículos durante a contração das aurículas e, em seguida, fecham-se, impedindo o refluxo do sangue.
* Válvula venosa - situada ao longo das veias.
* Válvula cardíaca - uma estrutura que se encontra à saída de cada uma das quatro câmaras do coração.
* Válvula bicúspide (ou mitral) - situada entre a aurícula e o ventrículo esquerdo.
* Válvula tricúspide - situada entre a aurícula e o ventrículo direito.
* Válvula aórtica - situada entre o ventrículo esquerdo a a artéria aorta.
* Válvula pulmonar - situada entre o ventrículo direito a a artéria pulmonar.

4) Vasos de base são aqueles por onde o sangue chega ou sai do coração. Exemplos: Veia cava e artéria aorta.

5) O coração apresenta 4 cavidades (2 átrios superiormente e 2 ventrículos inferiormente). Possui dispositivos fibro-tendíneos, que controlam o fluxo de sangue, impedindo o seu refluxo. O coração tem um ápice inclinado obliquamente para a esquerda e uma base superiormente.

6) O coração é um órgão muscular oco que funciona como uma bomba contrátil propulsora.

7) As cavidades do miocárdio são revestidas por uma serosa denominada endocárdio (internamente); o miocárdio é forrado pelo epicárdio (externamente).

8) Pericárdio é um saco fibro-seroso que isola o coração no mediastino, das demais estruturas. Divide-se em pericárdio visceral e pericárdio parietal.

9) São os capilares.

10) Os vasos linfáticos intestinais são denominados vasos quiliferos porque recebem parte do quilo durante a absorção.

11) Capilares são vasos de diâmetro muitíssimo reduzido, constituindo as ultimas ramificações das arteríolas e vênulas. São os capilares que põem em comunicação os sistemas arterial e venoso.

12) Sangue é um tecido fluido, formado por 2 partes: parte sólida (células) e parte líquida (plasma), cuja função é o transporte de substâncias, defesa orgânica e aquecimento corpóreo.

13) Hematose é o processo pelo qual há a troca de gás carbônico por oxigênio ao nível dos alvéolos pulmonares.


EM RESUMO: 

O SISTEMA CIRCULATÓRIO transporta oxigênio e nutrientes para todas as células do organismo, transportando também os produtos residuais do metabolismo celular desde onde foram produzidos até os órgãos encarregados de eliminá-los.

O sistema circulatório pode ser dividido da seguinte forma:

- SISTEMA CARDIOVASCULAR = É um sistema fechado e inclui o coração, que funciona como bomba propulsora para o sangue e os vasos sanguíneos, que transportam o sangue através do corpo. Esse sistema funciona da seguinte forma: Contido no coração e no interior de numerosos vasos, o sangue percorre ininterruptamente um trajeto circular do coração para as artérias, depois para os capilares e em seguida para as veias, de onde retorna ao coração.

- SISTEMA LINFÁTICO = Formado pelos vasos condutores da linfa e por órgãos linfóides.
- Órgãos Hematopoiéticos = Representados pela medula óssea e pelos órgãos linfóides.

CORAÇÃO
É um órgão muscular (músculo estriado cardíaco), oco, que funciona como uma bomba contrátil, situado na cavidade torácica atrás do esterno, acima do diafragma e entre os pulmões, no mediastino. Suas paredes são constituídas por três camadas:

a) Endocárdio (interna) = composto pelo tecido conjuntivo com uma camada superficial de células pavimentosas; suas dobras formam as valvas, enquanto o revestimento interno do coração é constituído do endotélio que reveste todos os vasos do corpo.

b) Miocárdio (média) = constituído por músculo cardíaco, é revestido internamente pelo endocárdio, sendo a camada mais espessa do coração.

c) Pericárdio (externa) = serosa que se divide em: pericárdio fibroso e pericárdio seroso (lâmina visceral e lâmina parietal).

O coração tem uma porção central, o esqueleto fibroso do coração, constituído por tecido conjuntivo denso, dividindo-o em quatro camadas: duas superiores (átrios) e duas inferiores (ventrículos). O átrio direito se comunica com o ventrículo direito através da valva atrioventricular direita (tricúspide), enquanto o átrio esquerdo se comunica com o ventrículo esquerdo através da valva átrioventricular esquerda (bicúspide). O átrio direito constitui a porção superior direita do coração. A veia cava superior e a veia cava inferior desembocam no átrio direito, trazendo sangue venoso de todo o corpo, exceto os pulmões. O ventrículo direito constitui a porção inferior direita do coração. O tronco pulmonar divide-se nas duas artérias pulmonares e conduz o sangue venoso (rico em CO2) do ventrículo direito aos pulmões. O átrio esquerdo constitui a porção superior esquerda do coração e recebe as quatro veias pulmonares que drenam o sangue arterial (rico em O2) dos pulmões. O ventrículo esquerdo constitui a porção inferior do coração. A artéria aorta sai do ventrículo esquerdo e leva sangue arterial para todo o corpo, exceto para os pulmões.

CICLO CARDÍACO
O coração exibe um ciclo rítmico definido de contração e relaxamento. Na sístole, ocorre a contração e o coração expulsa o sangue de suas cavidades. Na diástole, o músculo cardíaco relaxa e suas cavidades se enchem de sangue.Estes movimentos são sincronizados e enquanto os átrios se enchem, os ventrículos se esvaziam e vice-versa.


TIPOS DE CIRCULAÇÃO

- CIRCULAÇÃO PULMONAR ou PEQUENA CIRCULAÇÃO = Tem início no ventrículo direito, de onde o sangue é bombeado para a rede capilar dos pulmões. Depois de sofrer a hematose (troca de CO2 por O2), o sangue oxigenado retorna ao átrio esquerdo. Em síntese, é uma circulação coração-pulmão-coração.

- CIRCULAÇÃO PORTAL ou GRANDE CIRCULAÇÃO = Tem início no ventrículo esquerdo, de onde o sangue é bombeado para a rede capilar dos tecidos do organismo. Após as trocas, o sangue retorna pelas veias ao átrio direito. Em resumo, é uma circulação coração-tecidos-coração.

- CIRCULAÇÃO PORTAL = Neste tipo de circulação, uma veia interpõe-se entre duas redes de capilares, sem passar por um órgão intermediário. Isso acontece na circulação portal hepática, provida de uma rede capilar no intestino, onde ocorre a absorção dos nutrientes dos alimentos; e outra rede de capilares sinusóides no fígado, onde ocorre os processos metabólicos, ficando a veia porta interposta entre as duas redes.

ARTÉRIAS
As artérias transportam o sangue para os vários tecidos do corpo sob alta pressão, exercida pela ação bombeante do coração. Dividem-se sucessivamente em ramos cada vez mais finos até chegarem aos capilares.

VEIAS
São tubos nos quais o sangue circula do tecido periférico de volta para o coração. As veias se iniciam nos capilares e transportam o sangue que já sofreu trocas com os tecidos. A pressão sanguínea é baixa, comparada ao sistema arterial, tornando necessária a criação de um mecanismo especial para que o sangue retorne ao coração. Para tanto, possuem um sistema de válvulas que dirige o fluxo de sangue para o coração, impedindo o refluxo.



O SISTEMA LINFÁTICO






O SISTEMA LINFÁTICO está intimamente relacionado com o sistema circulatório, estrutural e funcionalmente. Uma rede de vasos linfáticos drena o excesso de líquidos intersticial e devolve-o à corrente sanguínea pelo fluxo em um só sentido que se movimenta lentamente em direção da junção das veias subclávias com as jugulares. Além disso, o sistema linfático funciona na absorção de gordura e na defesa do corpo contra micro-organismos e outras substâncias estranhas. Em resumo, o sistema linfático tem três funções:

1) Transporta o excesso de líquidos intersticial, que se formou inicialmente como filtrado do sangue.

2) Serve como rota através da qual gorduras absorvidas e algumas vitaminas são transportadas do intertino delgado para o sangue.

3) Suas células (linfócitos) ajudam a proporcionar as defesas imunológicas contra doenças causadas por agentes infecciosos.

Linfonodos = A linfa é filtrada dentro dos linfonodos que se agrupam ao longo dos vasos linfáticos. Linfonodos são pequenos corpos em forma de região que geralmente se apresentam em agrupamentos em região específica do corpo.

ÓRGÃOS LINFÓIDES:
a) Tonsilas = Formam um anel protetor de tecidos em torno das aberturas entre as cavidades nasal e oral e a faringe.

b) Baço = Localizado no lado esquerdo da cavidade abdominal, auxilia na produção de linfócitos, filtração do sangue e destruição de hemácias velhas.

c) Timo = Localizado no tórax anterior, profundamente ao manúbrio do esterno. Desempenha um papel importante no sistema imunológico.

O corpo humano é percorrido por sangue pressurizado, com a finalidade de nutrir seus diversos tecidos. Essa tarefa é executada de forma combinada pelo coração e por artérias, veias e capilares sanguíneos. A energia utilizada para a circulação do sangue é fornecida pela contração da massa muscular estriada cardíaca. Os dois troncos arteriais que recebem o sangue impulsionado pelos ventrículos, pela aorta e pela artéria pulmonar se subdividem em ramos, à medida que se afastam do coração. Ao se aproximarem dos tecidos que vão irrigar, seu calibre está bastante reduzido. Os ramos de menor calibre, as arteríolas, terminam numa fina rede vascular, composta pelos capilares, que irrigam todos os tecidos.

O coração está localizado no interior do tórax, ocupando uma posição aproximadamente central entre os dois pulmões, num espaço chamado mediastino; possui forma cônica, com o ápice voltado para baixo, para frente e para a esquerda. Sua base é formada pelos dois átrios e pelos grandes vasos. O coração é uma bomba capaz de impulsionar volumes variados de sangue, com mecanismos autônomos de controle, capazes de responder a estímulos de natureza química e física, regulando a quantidade de sangue ejetada de acordo com as necessidades dos tecidos do organismo.

O CICLO CARDÍACO
Cerca de 70% do sangue do retorno venoso atravessa passivamente os átrios, preenchendo os ventrículos, e quando finalmente a fraca contração atrial se inicia, os ventrículos são completamente preenchidos. Com o início da sístole ventricular, as válvulas átrio-ventriculares fecham-se, impedindo o refluxo de sangue aos átrios. Com o prosseguimento da contração ventricular, a pressão interna ventricular aumenta, ejetando sangue a alta pressão no leito arterial. O ventrículo direito bombeia o sangue para os pulmões e o ventrículo esquerdo, com grande força de contração, bombeia o sangue na circulação periférica. Ao final da sístole, o coração relaxa, entrando no período diastólico, e a pressão interna diminui, promovendo o fechamento das válvulas semilunares. A pressão arterial está homeostaticamente regulada por diversos mecanismos, entre eles os reflexos autonômicos simpáticos e parassimpáticos, o sistema renina-angiotensina e o hormônio antidiurético. Os rins desempenham um papel importante na regulação da pressão arterial de longo prazo.







Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

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