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03) Radiologia Industrial

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05) Ressonância Magnética

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07) Anatomia Humana

08) Neuroanatomia

09) Fisiologia Geral

10) Farmacologia Geral

11) Microbiologia Geral

12) Biossegurança Hospitalar

13) Controle de Infecção em Serviços de Saúde

14) Epidemiologia e Saúde Pública

15) Sistema de Saúde Pública no Brasil

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

251) PROTOCOLO DE EXAMES EM TC

Todo equipamento de tomografia novo ou usado deve ser mantido em condições adequadas de funcionamento e submetido regularmente a verificações de desempenho. Atenção particular deve ser dada aos equipamentos antigos. Qualquer deterioração na qualidade das radiografias deve ser imediatamente investigada e o problema corrigido.


SISTEMA DE COLIMAÇÃO
O objetivo deste teste é avaliar a coincidência dos indicadores luminoso interno e externo e do indicador luminoso interno com o feixe de radiação. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


ALINHAMENTO DA MESA EM RELAÇÃO AO GANTRY
O objetivo deste teste é verificar se o eixo longitudinal da mesa coincide com o plano vertical que passa pelo isocentro e com o indicador luminoso sagital. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


DESLOCAMENTO LONGITUDINAL DA MESA
O objetivo deste teste é determinar a exatidão do deslocamento longitudinal da mesa. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


INCLINAÇÃO DO GANTRY
O objetivo deste teste é determinar a exatidão dos indicadores de deslocamento angular do gantry. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


RUÍDO, EXATIDÃO E UNIFORMIDADE DE NÚMERO CT
O objetivo deste teste é avaliar o nível de ruído, a uniformidade e a exatidão do valor médio do número CT. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


RESOLUÇÃO ESPACIAL DE ALTO CONTRASTE
O objetivo deste teste é verificar a capacidade de resolução do sistema sob diferentes condições de operação. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


ESPESSURA DE CORTE
O objetivo deste teste é determinar a espessura de corte tomográfico. Ele tem frequência mínima semestral ou após reparos no sistema.


DOSE MÉDIA EM CORTES MÚLTIPLOS (MSAD)
O objetivo deste teste é determinar as doses absorvidas representativas dos procedimentos clínicos em paciente adultos típicos. Ele tem frequência mínima bianual, após reparos no sistema ou alterações nos procedimentos de exames.

INDICAÇÕES
A tomografia computadorizada é um recurso utilizado em medicina para o diagnóstico das patologias de todo os segmentos do corpo humano.

Inicialmente utilizada, em 1973, apenas para doenças do crânio, posteriormente, em 1976, passou a ter sua utilização também nas patologias do tórax, abdômen, membros e coluna. No crânio, podem ser feitos exames especiais para as doenças do encéfalo (cérebro, cerebelo e tronco encefálico), das órbitas, ouvidos (externos, médios e internos), seios da face, base do crânio e sela túrcica (com especial ênfase para a glândula hipófise), cobrindo todas as solicitações das especialidades médicas inerentes a patologias associadas a estes segmentos anatômicos.



No tórax, avalia-se, através da TC, as doenças dos pulmões, mediastino, o arcabouço costal e os grandes vasos (particularmente a artéria aorta torácica). No abdome e pelve, são pesquisadas as doenças dos rins, fígado, baço, pâncreas, cadeia linfática, anexos ovarianos, útero, bexiga, próstata e as grandes artérias, particularmente a aorta abdominal, renais e ilíacas.


Nos membros superiores e inferiores, buscando-se as patologias ósseas, propriamente ditas, e as doenças das articulações e da musculatura. Doenças arteriais dos membros inferiores podem também ser investigadas. No pescoço, pode-se investigar doenças arteriais, musculatura, cadeia ganglionar, glândulas e, em particular, a tireoide.



Com relação a coluna vertebral, pode-se fazer exames da coluna cervical, torácica, lombar e sacro-coccígea, para a pesquisa de lesões ósseas, articulares, radiculares (em particular hérnias de disco) e da própria medula espinhal.


Esta Sugestão de Protocolo do Instituto de Diagnóstico por Imagem foi idealizado pelo Radiologista Dr. Renato Campos Soares de Faria. Este Protocolo inclui os exames de Neuro-radiologia, Cabeça e Pescoço, Coluna Vertebral, Músculo-Esquelético, Tórax, Abdome, Angio CT e Dental Scan em Geral.

PROTOCOLOS DE TOMOGRAFIA 
COMPUTADORIZADA ESPIRAL


PROTOCOLOS:
* Crânio
* Pescoço
* Coluna Vertebral
* Tórax
* Abdome
* Músculo Esquelético Angio
* CT Dental


CRÂNIO

1. Crânio FOV ( Image Size ) : 
ajustar conforme tamanho do crânio de cada paciente;

- Espessura de corte ( Thickness ) : 
Infra tentorial : 3mm ; Supra tentorial : 8 mm ;

- " Intervalo " ( Index ) : 
Infra tentorial : 3 mm; Supra tentorial : 8 mm ;

- Pitch Factor : 1,25 ( Infra tentorial ) e 1,0 ( supra tentorial );

- Kv : 120 

- mA : 200

- Scan time : 1,5 segundos

Quando injetar contraste, identificar no aparelho

OBS (1) : PACIENTES COM SUSPEITA CLÍNICA DE CEFALÉIA E EPILEPSIA FAZER DIRETO COM CONTRASTE

OBS (2) : PARA OS PACIENTES ACIMA, ESPERAR 2 MINUTOS ATÉ COMEÇAR O EXAME 

OBS (3) : EM PACIENTES COM SUSPEITA DE METÁSTASES OU TUMOR CEREBRAL ESPERAR DE 5 A 10 MINUTOS PARA INICIAR O EXAME.


 SELA TURCA

2. Sela Turca ( Hipófise ) FOV : 
fazer com 180 mm e depois reprocessar com 90 mm;

- Posicionamento em coronal, se possível de barriga para baixo, não esquecer de trocar de supine para prone, se isso ocorrer ;

- FAZER SEMPRE DIRETO COM CONTRASTE ;

- Reprocessar com size de 90 em SMOOTH e BONE ;

- Angular em relação ao ramo mandibular ;

- Espessura ( Thickness ) : 2 mm ; - Index : 1 mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan time : 1,5 segundo ;

- Pitch Factor : 1,0 ;

- Ativar Multi - Scan ;

- Contraste : identificar no aparelho;

- Delay Time para Hipófise : 45 a 60 segundos ;

- Centrar a imagem na Hipófise.






SEIOS DA FACE


3. Seios da Face FOV : 
em torno de 120 a 140 mm, ajustar para cada paciente ;

- fazer em axial e coronal sempre, exceto se o paciente não conseguir ficar em coronal ;

- Espessura do corte : 3 mm ;

- Index : 3mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan Time : 1 segundo ;

- Usar sempre BONE, quando INJETAR CONTRASTE ( casos de TUMOR, etc ) fazer com SMOOTH o sem e com contraste e depois BONE ;

- Pitch Factor : 1,25 ;

- Axial : angular paralelamente ao palato duro ;

- Coronal : angular paralelo ao ramo mandibular ;

- Ajustar Supine ou Prone no Coronal ;

- Obs : Se não for possível fazer Coronal, reprocessar com Index de 1,5 mm e usar MPR;

- Centrar a imagem na Hipófise.





OUVIDO

4. Ouvido FOV : 
fazer com 180 mm, depois reprocessar com 80 mm centrando em cada ouvido no Algorítmo BONE ;


- FAZER SEMPRE AXIAL E CORONAL, EXCETO SE O PACIENTE NÃO CONSEGUIR.

- Ajustar Supine e Prone, se houver necessidade;

- Espessura de corte : 1 mm ;

- Index : 1mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan time : 1,5 segundos


- Se INJETAR CONTRASTE ( Suspeita de Neurinoma do Acústico ou Tumor ), usar SMOOTH antes / depois do contraste e em seguida usar BONE ;

- Fazer comparativo de ambos os C.A.I. em SMOOTH, se houver a suspeita acima ( Axial e Coronal ) ;

- Axial : angular em relação a linha meatal - base da órbita ;

- Coronal : angular em relação ao ramo mandibular ;


- Se houver a opção no aparelho salvar os dados crus para reprocesso futuro ( se houver necessidade ) ;

- Se usar contraste identificar no aparelho.






PESCOÇO

5. Pescoço FOV : 
fazer inicialmente com 200 mm e se necessário reprocessar com FOV menor ;

- Posicionamento : encostar a cabeça no Head Holder e passar as faixas para conter o paciente ;

- Espessura de corte : 4 mm ;

- Index : 2 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR SEMPRE CONTRASTE, EXCETO SE O PACIENTE FOR ALÉRGICO ;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 30 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- Contraste : identificar no aparelho;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo;

- Orientar para o paciente não engolir e não mover durante o exame ;

- OBS : se o exame for para visualização das cordas vocais é necessário fazer uma pequena sequência em Manobra de Valsalva e fonação (iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii).






COLUNA VERTEBRAL

6. Coluna Cervical FOV : 
começar com 180 mm e depois reprocessar com 90 mm centrando nos corpos vertebrais, se necessário BONE ;

- Posicionamento : encostar a cabeça no Head Holder e passar as faixas para conter o paciente ;

- Espaços discal : C4 - C5 , C5 - C6 , C6 - C7 e C7 - T1 ;

- Espessura de corte : 2 mm ; - Index : 2 mm ;

- USAR SEMPRE CONTRASTE, EXCETO SE O PACIENTE FOR ALÉRGICO ;

- Contraste : identificar no aparelho;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan Time : 2 segundos

- Orientar para o paciente não engolir e não se mover durante o exame ;

- Em caso de fratura, estudar a área suspeita com sequência em espiral de 3mm de espessura e 1,5 mm de index, com SMOOTH e BONE, Pitch 1,5 a 2,0 , FOV de 140 mm , para reconstruir na Workstation.




7. Coluna Dorsal Protocolo : 
Thoracic Spine ;

- FOV : 140 mm ; Espessura : 4 mm ;

- Index : 2 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Na maioria dos casos fazer de T8 - L1 ou na suspeita clínica ;

- Em casos de fratura ou reconstrução fazer com SMOOTH / BONE e FOV de 160 mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 175 ;

- Scan time : 2 segundos ; Pitch : 2,0.





8. Coluna Lombar FOV : 140 mm;

- Espessura : 4 mm ;

- Index : 3 mm ;

- Na maioria dos casos fazer L3 - L4 , L4 - L5 , L5 - S1 .

- Conferir se não há vértebra de transição.

- Em casos de fratura ou escorregamento ou reconstrução fazer em espiral com 4mm de espessura e 2 mm de index , Pitch de 1,25 a 2,0 , com SMOOTH / BONE e FOV de 160 mm ;

- Para disco usar Janela = 350 a 410 W / 60 L e janela óssea = 2000 W / 450 L;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan time : 2 segundos ;

- Pitch : 1,0 ;

- Algorítimo : Smooth ;

- Quando fizer corte de 2 mm ou paciente gordo usar 250 mA para granular menos ;

- Quando fizer contraste, fazer primeiro os cortes no espaço duvidoso ;






TÓRAX

9. Tórax FOV : 
adequar para cada paciente ;

- Espessura : 10 mm ;

- Index : 10 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan Time : 1 segundo ;

- NO EXAME INICIAL SEMPRE FAZER COM ALGORITIMO BONE E STD ;

- Se fizer contraste, em seguida fazer espiral com 5 mm de espessura e 2,5 mm de index, do ápice até abaixo do hilo pulmonar ; identificar no aparelho o uso de contraste ;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 30 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo

- TÓRAX P/ ALTA RESOLUÇÃO ( HIGH RESOLUTION ): 
em patologia localizada ou nódulo solitário 
( benigno ou maligno ) :

- Espessura : 2 mm ;

- Index : 1 a 2 mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Para localizar onde fazer, olhar os cortes de 10 mm com bone e programar pequenos espirais para cobrir a área de interesse ;

- USAR SEMPRE BONE ; 
em Doença Parenquimatosa Difusa :

- Espessura : 1 mm ;

- Index : 10 mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Usar ADS ( Advanced Dinamic Scan ou Giro Contínuo ) ;

- USAR SEMPRE BONE ; 
Copiar ampliado as imagens mais significativas.










ABDOME

Particularidades em Exames do Abdome
- NA MAIORIA DOS CASOS NÃO ADQUIRIMOS MAIS A FASE SEM CONTRASTE, POIS A FASE ARTERIAL É MUITO SEMELHANTE.

- A DUPLA FASE CONSISTE EM ADQUIRIR DUAS SEQUÊNCIAS CONSECUTIVAS SENDO UMA INICIANDO EM TORNO DE 30 A 35 SEGUNDOS APÓS O INÍCIO DA INJEÇÃO DO CONTRASTE, QUE CHAMAMOS DE FASE ARTERIAL HEPÁTICA. A SEGUNDA SEQUÊNCIA DEVE SER ADQUIRIDA EM TORNO DE 60 A 70 SEGUNDOS, CHAMADA DE FASE PORTAL.

- ESSAS DUAS FASE SÃO SEMPRE NECESSÁRIAS E TAMBÉM SE ADEQUAM PARA OS RINS SÓ QUE COM NOMES DIFERENTES :

FASE ARTERIAL
FASE CORTICAL E FASE PORTAL
FASE NEFROGRÁFICA.

- EM CASOS DE SUSPEITA PRÉVIA DE PATOLOGIAS RENAIS SEMPRE DEVEMOS ADQUIRIR EM 4 FASES : SEM CONTRASTE, CORTICAL, NEFROGRÁFICA E EXCRETORA ( PIÉLICA ) .

- USAR QUALQUER DOS PROTOCOLOS ABAIXO, MAS SEMPRE LEMBRAR DE USAR O DELAY ADEQUADO PARA CADA REGIÃO A SER EXAMINADA .





10. Abdome Total FOV : 
adequar para cada paciente ;

- Espessura : 8 mm ;

- Index : 4 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 
identificar no aparelho o uso de contraste ;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 30 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( ARTERIAL E PORTAL ) ;

- Fazer em 2 sequências :
a ) fazer do diafragma até púbis ;
b) fazer do diafragma até crista ilíaca ;

- em casos de patologias pélvicas ( tumores retais, vesicais, prostáticos e uterinos ) esperar a bexiga encher de contraste de 5 a 10 minutos após a injeçao inicial, com 5mm de espessura / 2,5 mm de index / Pitch Factor = 2,0 / Scan Time = 1 segundo.





11. Abdome superior FOV : 
adequar para cada paciente ;

- Espessura : 8 mm ;

- Index : 4 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 
identificar no aparelho o uso de contraste ;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 35 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( ARTERIAL E PORTAL ) ;

- Fazer em 2 sequências :
a ) fazer do diafragma até crista ilíaca ;
b) e de novo fazer do diafragma até a crista ilíaca ;

- OBS : Lembrar que na fase arterial pode haver imagem que simula Trombose de Veia Cava Inferior, veia mesentérica superior e aspecto heterogêneo do Baço, que em geral desaparecem na fase portal .






12. Tórax + Abdome total FOV : 
adequar para cada paciente ;

- Espessura : 10 mm ;

- Index : 5 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 175 ;

- Scan Time : 1 segundo ;

- Enter Text : CONT ;

- Usar 120 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 25 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( ARTERIAL E PORTAL ) ;

- Fazer em 2 sequências :
a ) fazer do ápice pulmonar até crista ilíaca ;
b) fazer do diafragma até o púbis ;

- em casos de patologias pélvicas ( tumores retais, vesicais, prostáticos e uterinos ) esperar a bexiga encher de contraste de 5 a 10 minutos após a injeçao inicial, com 5mm de espessura / 2,5 mm de index / Pitch Factor = 2,0 / Scan Time = 1 segundo.









13. Pâncreas Posicionamento : 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : adequar para cada paciente ;

- Espessura : 3 a 5 mm ;

- Index : - 3 a - 5 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 
identificar no aparelho o uso de contraste;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( ARTERIAL E PORTAL ) ;





14. Adrenal Posicionamento : 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : adequar para cada paciente ;

- Espessura : 3 a 5 mm ;

- Index : 1,5 a 2,5 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 
identificar no aparelho o uso de contraste

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( ARTERIAL E PORTAL ) ;





15. Rins Posicionamento : 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : adequar para cada paciente ;

- Espessura : 5 a 8 mm ;

- Index : 2,5 a 4 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 
identificar no aparelho o uso de contraste

- OBS (1) : em casos de litíase renal, ureteral ou vesical, além de suspeita de tumor renal fazer sempre sem contraste para que nos primeiros casos haja maior detecção de litíases pequenas ( não pegar a veia até fazer esta fase inicial sem contraste ). 

No caso de patologias tumorais dos rins fazer sem contraste para se fazer a medida de Unidades Housnfield antes do contraste e na fase nefrográfica dos rins; 

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Delay time : 35 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- SEMPRE FAZER AS 2 FASES ( Cortical e Nefrográfica );

- Fazer em 2 sequências :
a ) fazer do diafragma até crista ilíaca ;
b ) USAR LOAD and GO :
c) e de novo fazer do diafragma até a crista ilíaca ;

- Em casos de Hidronefrose, fazer uma fase piélica .

- OBS (2) : Lembrar que o rim apresenta 3 fases diferentes após injeção de contraste : arterial ( apenas cortical se contrasta), nefrográfica ( cortical e medular estão contrastadas ) e fase piélica ou excretora ( onde temos contrastação da pelve renal e ureteres ).





16. Pelve Posicionamento : 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : adequar para cada paciente ;

- Espessura : 5 a 8 mm ;

- Index : 2,5 a 4 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo ;

- Enter Text : CONT ;

- Usar 100 ml DE CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Delay time : 45 segundos ;

- Velocidade de injeção : 2 ml / segundo ;

- nas patologias pélvicas ( tumores retais, vesicais, prostáticos e uterinos ) sempre esperar a bexiga encher de contraste de 5 a 10 minutos após a injeçao inicial, com 5mm de espessura / 2,5 mm de index / Pitch Factor = 2,0 / Scan Time = 1 segundo.







MÚSCULO ESQUELÉTICO

17. Ombro Posicionamento : 
deslocar o Ombro a ser examinado para o centro da mesa, levando então ao paciente fica lateralizado com os braços para baixo ;

- FOV : fazer inicialmente com 400 mm, e depois reprocessar para 120 mm centrando no ombro e reconstruindo em BONE e SMOOTH ;

- Espessura : 3 mm ;

- Index : 1,5 mm ;

- Pitch : 1,5 a 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 225 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Iniciar acima da Clavícula e ir até 4 cm abaixo da cabeça umeral;

- sempre guardar os dados crus.





18. Cotovelo Posicionamento : 
colocar o cotovelo a ser examinado na posição mais confortável para o paciente ;

- FOV : fazer inicialmente com 240 mm, e depois reprocessar centrado com 90 mm em BONE E SMOOTH ;

- Espessura : 2 mm ;

- Index : 1 mm ;

- Kv: 120 ;

- mA : 125 ;

- Pitch : 1,0 a 1,25 ;

- Scan time : 2 segundos ;

- Iniciar acima dos côndilos umerais e ir até abaixo da cabeça do rádio;

- sempre guardar os dados crus.





19. Punho Posicionamento : 
fazer sempre a primeira incidência comparativa entre os dois punho semelhante a posição de REZAR e em seguida fazer coronal com o punho a ser examinado em posição de desmunhecar , se o paciente conseguir;

- FOV : fazer inicialmente com 240, e depois reprocessar para 90 centrando com AREA ID em BONE E SMOOTH ; 

- Fazer com SMOOTH para reconstruir e BONE;

- Espessura : 2 mm ; 

- Index : 1 mm ; 

- Kv: 120 ; 

- mA : 120 ; 

- Pitch : 1,0 a 1,25 ; 

- Scan time : 2 segundos ; 

- Iniciar na base dos metacarpianos e ir até o início do rádio e ulna; - sempre guardar os dados crus.






20. Sacro ilíacas, sacro e cóccix 
NUNCA DAR CONTRASTE ORAL ; 

Posicionamento : 
idêntico ao de abdome, fazer sem angulação e/ou com angulação de 30 ° graus caudal ;

- FOV : adequar para melhor visualização do sacro / sacro - ilíacas / cóccix ;

- Fazer com SMOOTH para reconstruir e BONE;

- Espessura : 3 mm ;

- Index : 1,5 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 225 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- sempre guardar os dados crus.





21. Ossos da Pelve 
(Reconstrução em 3D da Bacia para fraturas , tumor ou desarticulação )

- NUNCA DAR CONTRASTE ORAL ;

- Posicionamento: 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : fazer inicialmente com 400 mm, e depois reprocessar com FOV adequado para cada paciente ;

- Fazer com SMOOTH para reconstruir e BONE;

- Espessura : 3 a 4 mm ;

- Index : 1,5 a 2 mm ;

- Pitch : 2,0 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- sempre guardar os dados crus.





22. Articulação coxo femoral 
(Reconstrução em 3D da Bacia para fraturas , tumor ou desarticulação )

- NUNCA DAR CONTRASTE ORAL ;

- Posicionamento: 
idêntico ao de abdome ;

- FOV : fazer inicialmente com 400 mm, e depois reprocessar com FOV adequado para cada paciente ;

- Fazer com SMOOTH e 3D Interpolation para reconstruir;

- Espessura : 3 mm ;

- Index : 1,5 mm ;

- Pitch : 1,25 ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Iniciar acima da articulação coxo - femoral até o trocanter menor ;

 - sempre guardar os dados crus.





23. Joelho Posicionamento : 
fazer sempre a primeira incidência comparativa entre os dois joelhos aproximando ao máximo os dois joelhos;

- FIXÁ-LOS BEM;

- FOV : fazer inicialmente com 240 mm, e depois reprocessar com um FOV adequado para comparar os dois joelhos e em seguida reprocessar o joelho a ser examinado com FOV menor, em BONE e SMOOTH;

- Fazer com SMOOTH para reconstruir;

- Espessura : 2 mm ;

- Index : 1 mm ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Pitch : 1,25 a 1,5;

- Scan time : 2 segundos ;

- Iniciar acima da patela e terminar um pouco abaixo do plato tibial ; sempre guardar os dados crus.

- Se houver suspeita de lesão meniscal , injetar 5 a 7 ml de contraste intra-articular, sem injeção de ar ; 

- Reconstruir os ligamentos e meniscos na Workstation.





24. Tornozelo Posicionamento :
* Axial : aproximar ao máximo os dois tornozelos e fixá-los bem ;
* Coronal : colocar uma almofada triangular abaixo dos joelho e aproximar bem os tornozelos além de fixá-los bem;

- FOV : fazer inicialmente com 240 mm,

- Fazer com SMOOTH para reconstruir e BONE;

- Espessura : 3 mm ;

- Index : 1,5 mm ;

- Kv: 120 ;

- mA : 150 ;

- Pitch : 1,5 a 2,0 ;

- Scan time : 2 segundos ;

- No Axial : iniciar acima dos maléolos e ir até a base do calcâneo;

- No Coronal : iniciar na face posterior do calcâneo até acabar os ossos do tarso ;

- Sempre guardar os dados crus.





ANGIO CT

25. Angio CT de Crânio 
FOV ( Image Size ) : 
ajustar conforme o tamanho do crânio de cada paciente;

- USAR ALGORÍTMO SMOOTH;

- Espessura de corte ( Thickness ) : 2 mm; 

- Index : 1mm ;

- USAR 120 a 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : 20 segundos ;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo ;

- Kv : 120 ;

- mA : 225 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Pitch Factor : 1,25 ( se houver muita necessidade usar 1,5 );

- Contraste : identificar no aparelho.





26. Angio CT de Carótidas 
Protocolo : Spiral Carotids;

- FOV : fazer inicialmente com 180 e se necessário reprocessar com FOV menor ;

- Posicionamento : encostar a cabeça no Head Holder e passar as faixas para conter o paciente ;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 3 mm ;

- Index : 1,5 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR 120 a 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : 15 segundos .

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 a 225 ;

- Scan Time : 1 segundo ; 

- Contraste : CONT ;





27. Angio CT da Aorta Torácica ou Pulmonar 
FOV : ajustar FOV para cada paciente ;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 3 a 5 mm ; 

Index : 1,5 a 2,5 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR de 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : 25 a 30 segundos ;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 a 200 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Início do exame : ápice pulmonar ;

- Término do exame : início do Abdome ;






28. Angio CT de Aorta Abdominal 
NUNCA DAR CONTRASTE ORAL ;

- FOV : ajustar FOV para cada paciente;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 5 mm ;

- Index : 2,5 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR de 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : acima de 35 segundos ;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo ;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Início do exame : pouco acima do diafragma ;

- Término do exame : até o trocanter menor do fêmur;
- SE NECESSÁRIO USAR o Software que verificação do tempo de Delay ( se for paciente idoso ).










29. Angio CT de Artérias Renais 
NUNCA DAR CONTRASTE ORAL;

- FOV : adequar para cada paciente;

- Espessura : 2 mm ;

- Index : 1 mm ;

- Pitch : 1,25 ( para estenose ) e 2,0 ( para doadores renais );

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ;

- Scan Time : 1 segundo;

- USAR de 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : acima de 25 segundos;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo;

- USAR SMOOTH ; Suspeita de Estenose

- Início do exame : pouco abaixo do polo superior renal;

- Término do exame : 
pouco acima do polo inferior renal ; e Doadores Renais

- Início do exame : inicio do polo superior renal;

- Término do exame : término do polo inferior renal;





30. Cavografia por Angio CT 
NUNCA DAR CONTRASTE ORAL;

- FOV : ajustar FOV para cada paciente;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 5 mm ;

- Index : 2,5 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR de 150 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA;

- Scan Delay : 70 segundos ;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo;

- Kv : 120 ;

- mA : 200 ; 

- Scan time : 1 segundo ;

- Início do exame : abaixo do púbis;

- Término do exame: 
pouco acima do diafragma 
(até a entrada da Veia cava inferior no Átrio direito );





31. Angio CT Aorta Abdominal + Membros Inferiores FOV: 
ajustar FOV para cada paciente;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 8 mm ;

- Index : 4 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR de 150 a 175 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Scan Delay : acima de 35 segundos ;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo ;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan time : 1 segundo ;

- Início do exame : no diafragma;

- Término: 10 cm abaixo dos joelhos;







32. Angio CT de Membros Inferiores FOV: 
ajustar para cada paciente ;

- USAR SMOOTH ;

- Espessura de corte : 8 mm ;

- Index : 4 mm ;

- Pitch Factor : 2,0 ;

- USAR de 150 a 175 ml de CONTRASTE NA BOMBA INJETORA ;

- Scan Delay : acima de 50 segundos;

- Velocidade de injeção : 3 a 4 ml / segundo;

- Kv : 120 ;

- mA : 150 ;

- Scan time : 1 segundo;

- Início do exame : pouco acima da articulação coxo femoral;

- Término do exame : até os pés;






DENTAL

33. Dental FOV : 
em torno de 140 mm, ajustar para cada paciente ;

- Fazer em axial ;

- Espessura do corte : 1,5 mm ;

- Index : 0,5mm ;

- Kv : 130 ;

- mA : 150 ;

- Scan Time : 1,5 segundo ;

- Pitch Factor : 1,25 ;

- Axial : não angular ; sempre guardar os dados crus;

- Usar algoritmo de SMOOTH e BONE ;

 - Usar 3D Interpolation se houver no aparelho.



Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

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