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sábado, 5 de fevereiro de 2011

327) O HISTÓRICO DA RADIOLOGIA INDUSTRIAL


A INTRODUÇÃO DOS ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS (END) NA INDÚSTRIA

Wilhelm Conrad Roentgen fez a sua significativa descoberta dos Raios-X em uma sexta-feira, 8 de novembro de 1895, em seu laboratório na Universidade de Wurzburg, na Alemanha. Ampla matéria publicada na Evaluation, revista da ASNT, a associação americana de END, em 1995, diz ainda que no ano seguinte os jornais de todo o mundo publicaram notícias desses novos raios e sua habilidade de passar através da carne e outros materiais. As notícias foram motivadoras e causaram grande repercussão da tecnologia no meio médico, embora Roentgen e outros pesquisadores anteriores tenham mostrado imagens de “coisas” nos Raios-X, como espingarda e bússola. Isso aconteceu muito tempo antes do uso não-médico dos Raio-X tornar-se importante.


Radiografia tirada por Roentgen de seu rifle de caça. Observe que há um pequeno defeito no cano. Com essa foto, Roentgen antecipou o uso industrial dos raios-x como controle de qualidade de peças.






Documentos históricos mostram que o uso dos Raios-X na indústria iniciou-se na Primeira Guerra Mundial, relacionado os armamentos. Existem registros de inspeções realizadas na Alemanha na década de 1920. Apesar desses esforços iniciais, o uso dos Raios-X em END não se tornou importante comercialmente até o período da Segunda Guerra Mundial. Isso é verdadeiro, apesar de muitas investigações bem realizadas para demonstrar a sua utilização para o exame de materiais.


Nos EUA, técnicos em END citam o trabalho inicial de Horace Lester, no Arsenal Watertown, como o precursor do nosso uso atual dos Raios-X em END (Lester, 1922, 1923). O trabalho de Lester foi significativo porque demonstrou claramente que os Raios-X podiam ser usados para localizar falhas internas em fundidos, soldas e outras formas metálicas e que estas falhas poderiam conduzir a uma quebra prematura. As contribuições de Lester foram também importantes por causa da sua posição preeminente no campo metalúrgico (Wenk, 1969).


A HISTÓRIA DOS END NO BRASIL

Segundo o professor Paulo Gomes de Paula Leite, no artigo “A Origem dos END no Brasil”, publicado na Revista dos END, em 1989, os Ensaios Não Destrutivos foram introduzidos pela Marinha Brasileira na década de 1940, para construção naval, com a utilização dos Raios-X.


Duas décadas depois, em 1963, o jornal Diário do Comércio, publicado em São Paulo, destacava em meia página o trabalho realizado na área de END pela Metaltest Cia. Brasileira de Ensaios e Industrial, empresa fundada em abril de 1959 e que foi a primeira de END no país.


Raimar Schmidt, que iniciou na área de END em 1969, conta que na época o maior problema era a falta de conhecimento generalizado sobre os END, tanto por parte de gerentes quanto de compradores e, principalmente, dos usuários.


Na primeira metade da década de 70, o físico Oswaldo Rossi Jr., ex-presidente da ABENDE, hoje membro de seu conselho deliberativo e sócio-diretor da Inter-metro, fundou a segunda empresa de END no Brasil, a NDT – Sociedade Civil de Engenharia e Inspeções, atualmente NDT do Brasil. “A NDT iniciou na área de ultra-som e também, logo em seguida, começou a fazer inspeções radiográficas. Foi uma época muito interessante, com demanda elevada de serviços, motivada pelo início da boa expansão industrial”, comenta.


De acordo com Alcides Taveira, a implantação dos END no país deu-se por uma imposição da indústria, que tinha que buscar a melhoria da qualidade tanto física como técnica de seus produtos. “Com essa implantação toda a indústria brasileira cresceu em termos de qualidade.”


Renato dos Santos Pereira diz que a época foi muito promissora para os END. “Tínhamos que vencer as barreiras tecnológicas da construção de equipamentos para a indústria química, petroquímica, nuclear, ferroviária e siderúrgica, entre outras”. Nos anos de 1970 o Brasil teve que se enquadrar dentro do panorama tecnológico mundial, pois equipamentos de grande responsabilidade estavam sendo construídos pelas nossas indústrias para a implementação de novas refinarias, novas usinas hidroelétricas, novas usinas siderúrgicas, plataformas marítimas. Além disso, o programa nuclear Brasil-Alemanha estava sendo iniciado. Dessa maneira, começou-se a exigir no país requisitos de confiabilidade na execução dos Ensaios Não Destrutivos equivalentes aos que eram exigidos no exterior, pois isso passou a representar, no final, um aumento da segurança de operação desses equipamentos”,


No final da década de 1970, começo da de 1980, conta Waldir Algarte Fernandes, a PETROBRAS começava a contratar a construção das primeiras plataformas de produção de petróleo da Bacia de Campos e passou a exigir que os operadores de END fossem certificados. “A PETROBRAS, através do Serviço de Engenharia, criou um centro de certificação de processos e pessoal de Ensaios Não Destrutivos em São José dos Campos, o SL/SEQUI (Setor de Certificação, Qualificação e Inspeção dos Serviços de Logística de Engenharia). Para a certificação era exigido que o candidato tivesse um treinamento teórico e prático sobre aquele ensaio.” Ele diz que as empresas fornecedoras de produtos e serviços para a PETROBRAS não tinham que pagar nada pela qualificação dos seus inspetores de Ensaios Não Destrutivos. “Eu acredito que a criação do SEQUI, sob a direção firme de Wilson do Amaral Zaitune, foi um marco decisivo para a implementação dos Ensaios Não Destrutivos no Brasil. Não devemos nos esquecer de que os Ensaios Não Destrutivos foram decisivos e contribuíram para a auto-suficiência de petróleo no Brasil”, completa.


SURGIMENTO DA ABENDE

A existência da associação está intimamente ligada à história dos END no Brasil. Oswaldo Rossi Jr., um de seus fundadores, com mais de 25 anos de participação ativa, diz que nos idos de 1978 havia empresas nacionais e outras vindas do exterior e, com o crescimento dos trabalhos em END, surgiu a necessidade de aglutinação dos técnicos. “Em 1978 a PETROBRAS já estava em pleno desenvolvimento de seus planos de expansão e houve a necessidade de organizar e aglutinar o setor de END. Aí houve um fato muito interessante. A tentativa da ASNT de instalar-se no Brasil. Nós, brasileiros, reagimos e decidimos fundar a ABENDE. Juntamos os técnicos, os interessados e tivemos forte apoio e adesão das indústrias, inclusive da PETROBRAS, que já era forte. Em 1979 fundamos a ABENDE, num patriotismo saudável, num auto-reconhecimento das nossas capacitações”, enfatiza.


END E O MEIO AMBIENTE

Os Ensaios Não Destrutivos exercem papel importante para evitar o descarte desnecessário e a poluição ambiental. Já em 1963, a matéria publicada pelo Diário do Comércio e citada acima esclarecia: “Não se trata apenas de assinalar e reparar um defeito já consumado, mas principalmente de estudar as causas que conduzem ao defeito, melhorar a técnica para evitar a repetição, reduzindo se assim, ao mínimo, os refugos na indústria.”.


Como exemplo da prevenção de acidentes ambientais, temos a inspeção em dutos. O vazamento de um gasoduto pode provocar uma catástrofe, mas os pigs magnéticos, END fundamental utilizado nos gasodutos em operação, detectam defeitos que, devido à pressão, poderiam originar a ruptura desses dutos.


END E A CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS

À medida que os Ensaios Não Destrutivos evoluíram, a certificação dos profissionais de END se fez necessária. A ABENDE é pioneira nesse processo e, dez anos depois de criada, criou o SNQC/END – Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal em END. É a única entidade acreditada pelo Inmetro como Organismo de Certificação de Pessoal em END. Hoje reconhecido pela Federação Européia de END, o SNQC/END foi estabelecido com o objetivo de harmonizar os diversos sistemas nacionais existentes, segundo as necessidades da realidade e da cultura brasileira, além de refletir conformidade com as principais normas nacionais e internacionais.


O SNQC/END surgiu em 1989, num momento em que o país já dava demonstrações de que era preciso ter um Sistema Nacional de Qualificação e Certificação, que atendesse também a outros setores, além do petróleo, que já contava como SEQUI/PETROBRAS.


END E O FUTURO

Neste momento em que o mercado e as empresas retomam o fôlego e sua criatividade para o desenvolvimento na área de inovação tecnológica é um fortíssimo desafio para o futuro dos END, Oswaldo Rossi Jr. acredita que a ABENDE é a grande catalisadora do processo. “Sem ela, esse processo não seria realizado facilmente.”


No entanto, Rodolfo Fraga Moreira, que participou à frente da NDT dos maiores empreendimentos do país na década de 70, e entre inúmeras realizações gerenciou diretamente, durante 10 anos, o contrato para certificação das soldas da montagem mecânica da hidroelétrica de Itaipu Binacional, onde foram executadas mais de 200 mil radiografias com emprego de Cobalto e Irídio 192, levanta alguns pontos para reflexão.


Ele afirma que um fato relevante e que contribuiu para a queda da qualidade nos serviços de END e a pouca evolução tecnológica durante os últimos 20 anos foi à alteração da forma de contratação dos END, que passou para responsabilidade do montador ou fabricante. “As empreiteiras passaram a contratar por menor preço, sem critérios técnicos, em busca apenas de resultados financeiros e registros básicos em papel das inspeções, tornando-as muito subjetivas – com exceção da radiografia, que apresenta registro integral da solda. Isso infelizmente ocorre até hoje, e é de conhecimento geral.” Moreira pergunta: “Já ouviram falar em ‘ensaio virtual’? Pois é, aqui no Brasil ocorre esse fenômeno…”.


Sobre a implantação de novas tecnologias, comenta que a resistência do mercado é enorme, pois quanto mais apurada mais se exige da qualidade da construção e montagem, o que pode não interessar a uma montadora. “Ficar no convencional, sempre que possível, esconde o que as novas técnicas revelam.”


Para ele, há um sentimento de frustração quando, alguns meses após serem investidos milhares de dólares na implantação de uma nova tecnologia, o cliente informa que vai rescindir o contrato porque “esta tecnologia está reprovando demais, detectando defeitos que os ensaios convencionais, como o ultra-som manual, não detectam”.


Diz que os “donos” dos empreendimentos devem ficar alerta e comenta que empresas prestadoras de serviço deixam de investir em novas tecnologias não só pela falta de recursos, mas também pela incerteza de que estes investimentos terão o retorno previsto.


“Temos, contudo, que continuar trabalhando, para o desenvolvimento dos END no Brasil. Porém, a ABENDE e outras entidades devem estar atentas, incentivando a implantação, o aceite e a exigência de novas e atuais tecnologias de ensaio hoje disponíveis no mundo, permitindo que os clientes finais tenham plantas/projetos mais confiáveis, que protejam as vidas envolvidas em sua operação, o meio ambiente, além de maximizarem a vida útil desses projetos. Caso contrário vamos continuar com os ensaios convencionais, fora do contexto mundial e correndo riscos desnecessários”, finaliza.


PAULO GOMES DE PAULA LEITE, O PIONEIRO DOS END NO BRASIL

O professor Paulo Gomes de Paula Leite escreveu sua trajetória profissional no desenvolvimento dos END e é uma referência nessa área, sempre lembrado por seus pares como uma figura pioneira e lendária na introdução dos END no Brasil. Por esses méritos, a ABENDE criou o prêmio que leva seu nome.


No artigo publicado na Revista dos END e citado acima, Paula Leite ressalta que, no início da década de 40 “foi um esforço muito grande para os nossos técnicos iniciarem, praticamente sozinhos, as inspeções por raios-X em obras de grande responsabilidade. Assim aconteceu no caso da construção dos contra-torpedeiros classe ‘M’, os quais foram terminados logo após serem lançados ao mar, entrando em ação no Atlântico e também no Mediterrâneo, durante a Segunda Guerra Mundial. Eles obtiveram ótimo desempenho em missões de guerra, não tendo havido qualquer acidente em soldas de alta responsabilidade de suas estruturas e equipamentos.”


Paula Leite lembra no artigo que, apesar dos problemas decorrentes do fato de o país estar em guerra, ainda se conseguia tempo para, com dois equipamentos de raios-X, cooperarem com a indústria privada, que estava empenhada na fabricação de grande número de peças e equipamentos essenciais às atividades nacionais.


Como exemplo, ele cita o cruzador americano “Cincinati”, que aportou no Rio de Janeiro em fevereiro de 1943 com o flange de aço molibdeno de sua praça de máquinas vazando junto ao parafuso de fixação. “O flange foi retirado da praça de máquinas do “Cincinati” e enviado ao Laboratório de Radiografia”. Ali, durante 15 horas, pesquisamos toda a peça através de cerca de 80 radiografias. Pela madrugada conseguimos detectar, dentro do flange, um defeito de fundição que produziu o vazamento do interior da válvula para um furo desse flange. A válvula foi então reparada com todo o cuidado. O reparo foi assistido pelo chefe de máquinas do referido navio.


Em menos de 24 horas o flange estava novamente colocado a bordo, funcionando perfeitamente e sem vazamento. “Esse evento foi um dos grandes motivos do nosso interesse permanente na área da inspeção não destrutiva.”


Fonte: A História dos END no Brasil, Revista ABENDI, SP: V II, N° 15, Julho/2006.






Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

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