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08) Neuroanatomia

09) Fisiologia Geral

10) Farmacologia Geral

11) Microbiologia Geral

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13) Controle de Infecção em Serviços de Saúde

14) Epidemiologia e Saúde Pública

15) Sistema de Saúde Pública no Brasil

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

401) PROVA DE PORTUGUÊS + INFORMÁTICA + ESPECÍFICA

LÍNGUA PORTUGUESA

Texto I: O veto ao celular na escola
Rosely Sayão. Um projeto de lei que proíbe o uso de telefones celulares nas salas de aula de todas as escolas do estado de São Paulo foi aprovado no último dia 28 pela Assembléia Legislativa. Agora, depende apenas da sanção do governador para ser aplicado: 90 dias após sua publicação, passa a valer como lei. Já sabemos que até crianças bem pequenas portam seus celulares com naturalidade e os levam para todos os locais. Também sabemos que escola não é lugar para celular, já que alunos e professores estão lá para um trabalho de foco, que exige concentração e superação. Além disso, se algum aluno precisar fazer ou receber um telefonema urgente, pode usar o telefone da escola. O problema é que os pais decidiram que os filhos têm de estar com o telefone sempre. É que eles, a qualquer hora, podem querer falar com o filho e vice-versa. Assuntos inadiáveis? Não pode ser, já que todo dia eles se falam várias vezes. Pelo jeito, os pais abdicaram da possibilidade de tomar uma decisão responsável a esse respeito. Sucumbiram, impensadamente, à pressão do mercado – que exige que os telefones sejam consumidos por todos – e dão os aparelhos aos filhos. Ensinam seu uso, apontam locais onde não é adequado portá-los ou situações próprias ou impróprias que motivam as chamadas? São poucos os que fazem esse trabalho educativo. Creio que agem assim porque ganham um benefício secundário: estão sempre ligados aos filhos e fazem com que estes permaneçam na mesma situação. O celular que liga os pais a seus filhos já foi comparado ao cordão umbilical. Não é uma analogia bem apropriada? Por outro lado, as escolas logo constataram que os trabalhos escolares, que exigem foco, dedicação e concentração, ficavam prejudicados com a presença do celular. Por isso, muitas já vetaram seu uso e até aplicam sanções aos alunos que não obedecem a essa determinação. Mas tem sido difícil contornar a situação, porque os professores também usam o celular na escola, e isso, claro, leva os alunos a fazerem o mesmo. Por isso, parece que o projeto de lei mencionado vem em boa hora e que pais e professores devem aceitá-lo de bom grado. Mas devo alertar que tal lei, caso sancionada, é bem perigosa. Acima de tudo, porque coloca o Estado no lugar de pai. Os educadores precisam usar a autoridade na relação com os mais novos. Quando os pais precisam tomar uma atitude que desagrada aos filhos, preferem que seja outro – a escola, o Estado – a fazê-lo. Mas, quando o Estado passa a legislar sobre a vida dos cidadãos, nunca se sabe quando e onde irá parar. Além disso, sabemos que regras evocam transgressões. Por isso, em educação é muito mais valoroso trabalhar com princípios do que com regras. No mundo adulto, os princípios parecem ter perdido o valor: nós também queremos regras para transgredi-las com a mesma atitude da juventude. Afinal, num mundo que valoriza a juventude, somos todos jovens. Mas e os mais novos, por quem serão introduzidos na convivência civilizada com o outro e com a humanidade? (Folha de S. Paulo, 6 set. 2007, Caderno Equilíbrio, p. 12.)

01. Observe os comentários em relação ao texto I:

1. Para abordar a temática do texto, o autor parte de um dado concreto, introduzido no primeiro parágrafo.
2. O autor usa o termo ‘cordão umbilical’ numa linguagem metafórica para enfatizar a sua argumentação.
3. A permissão dada aos filhos para utilizarem celulares na escola, além de atender ao mercado, possibilita um melhor desempenho na área educacional.
4. O uso de celulares na escola atenua o processo de ensino-aprendizagem, possibilitando maior interação entre educadores e pais.
Estão corretos os itens:

a) 1, 2, 3 e 4.
b) 1 e 2 apenas.
c) 2, 3 e 4 apenas.
d) 3 e 4 apenas.
e) 2 e 3 apenas.


02. Do ponto de vista temático, a análise do texto I nos permite concluir que:

a) Os pais requerem ao Estado para limitar o comportamento dos filhos em situações diversas, inclusive, o uso de celulares na escola.

b) Ao aprovar um projeto de lei proibitivo do uso de celulares nas escolas, constata-se a falência de estruturas basilares na construção de uma sociedade civilizada.
c) Com o manuseio do celular nas entidades educacionais, a modernidade provoca uma postura mais flexível por parte da instituição e de seus formadores.
d) O celular permite aos pais um melhor controle dos filhos, estabelecendo a lei dos princípios, necessárias para o bom andamento da civilização.
e) enfatiza a exaustão familiar no controle de conduzir e formar um cidadão apto a entender e praticar princípios saudáveis de sociabilidade, utilizando a tecnologia como uma das ferramentas.


03. É correto afirmar que o texto I se estrutura como:

a) uma carta aos pais, conclamando-os a fiscalizar os filhos em relação ao uso dos celulares na escola.

b) um ensaio crítico, no qual o autor reflete atenuadamente sobre os princípios éticos no uso do celular em entidades escolares.
c) uma resenha, na qual o autor critica o posicionamento da escola em relação ao uso de celulares.
d) um comentário opinativo, cujo tema geral é o tratamento dado pelos pais aos filhos sobre a utilização de celulares no recinto escolar.
e) um editorial informativo, cujo objetivo é divulgar dados estatísticos do uso dos celulares na área educacional.


04. Observe o trecho seguinte:“Também sabemos que escola não é lugar para celular, já que alunos e professores estão lá para um trabalho de foco, que exige concentração e superação.”. O conectivo em destaque estabelece uma relação de:

a) comparação

b) causalidade
c) temporalidade
d) concessão
e) adição


05. No trecho: “Pelo jeito, os pais abdicaram da possibilidade de tomar uma decisão responsável a esse respeito. Sucumbiram, impensadamente, à pressão do mercado – que exige que os telefones sejam consumidos por todos – e dão os aparelhos aos filhos Ensinam seu uso, apontam locais onde não é adequado portá-los ou situações próprias ou impróprias que motivam as chamadas? São poucos os que fazem esse trabalho educativo.”, os elementos de coesão grifados remetem, respectivamente, a:

a) situações - pais

b) uso – filhos
c) locais – todos
d) telefones – aparelhos
e) pressão do trabalho – locais


06. No segmento: “Pelo jeito, os pais abdicaram da possibilidade de tomar uma decisão responsável a esse respeito. Sucumbiram, impensadamente, à pressão do mercado...”, a palavra sublinhada estabelece o mesmo valor semântico de:

a) amenizaram

b) resistiram
c) cederam
d) implicaram
e) abarrotaram


07. No trecho: “Sucumbiram, impensadamente, à pressão do mercado...”, o termo grifado grafa-se com ‘ss’. O mesmo acontece com:

a) compreenssão, missionário, passo

b) admissão, intromissão, especulassão
c) processual, concessão, converssão
d) expanssivo, assemelhar, assunto
e) discussão, compressão, repressor


08. No trecho seguinte: “No mundo adulto, os princípios parecem ter perdido o valor: nós também queremos regras para transgredi-las com a mesma atitude da juventude.”, a utilização da vírgula se justificar por:

a) isolar um termo circunstancial de modo.

b) isolar um termo explicativo.
c) separar termos enumerativos.
d) separar orações coordenadas assindéticas.
e) separar o adjunto adverbial deslocado.


09. Analise o que se afirma a seguir, acerca da função que as expressões sublinhadas desempenham no texto I.
1. “O problema é que os pais decidiram que os filhos têm de estar com o telefone sempre.” A expressão funciona, no contexto, como complemento do verbo ‘é’.
2. “Além disso, sabemos que regras evocam transgressões.”, a expressão introduz uma nova explicação, indicando a mudança argumentativa do texto.
3. “Por isso, em educação é muito mais valoroso trabalhar com princípios do que com regras.”, termo que marca a explicação entre duas idéias dadas. Equivale a ‘porque’.
4. “Por outro lado, as escolas logo constataram que os trabalhos escolares, que exigem foco, dedicação e concentração, ficavam prejudicados com a presença do celular.”, o termo indica uma nova orientação argumentativa, opondo-se à idéia anterior. Está (ao) correta (s):

a) 1 apenas.
b) 2 e 3 apenas.
c) 3 e 4 apenas.
d) 4 apenas.
e) 1 e 2 apenas.


10. Assinale a alternativa cuja análise se apresenta de forma incorreta:

a) Em: “Creio que agem assim porque ganham um benefício secundário...”, os elementos em destaque são acentuados pela mesma regra, paroxítonos terminados em ditongo crescente.

b) Em: “Por isso, parece que o projeto de lei mencionado vem em boa hora...”, o verbo grifado concorda com ‘projeto’, por isso está no singular. Se pluralizasse a oração, a forma verbal seria ‘vêm’.
c) Em: “Mas, quando o Estado passa a legislar sobre a vida dos cidadãos...”, o termo destacado pluraliza-se da mesma forma que ‘tabeliãos’.
d) Em: “ Mas, quando o Estado passa a legislar sobre a vida dos cidadãos, nunca se sabe quando e onde irá parar.”, os termos sublinhados indicam, respectivamente, circunstâncias temporal e espacial.
e) Em: “Por isso, parece que o projeto de lei mencionado..., o vocábulo grafa-se com ‘c’. Assim também se grafam: ’incentivo’ e ‘obcecante’.


PORTUGUÊS
01 – B
02 – B
03 – D
04 – B
05 – A
06 – C
07 – E
08 – E
09 – D
10 – C



INFORMÁTICA

11. Esta barra dá posição exata do seu arquivo em relação às páginas, às margens. Controlar Alterações (ALT): Irá controlar as alterações do documento, colocando o nome da pessoa e data da alteração. Estender seleção (EST): Irá continuar a seleção, sem tirar a marcação do que já está selecionado.

a) Régua

b) Barra de Título
c) Barra de Ferramentas Formatação
d) Modo normal
e) Barra de Status


12. Ao selecionar um texto para alteração marque a alternativa incorreta.

a) Para fazer qualquer alteração você deve selecionar o texto.

b) Para selecionar qualquer extensão de texto, arraste o cursor do mouse sobre ele.
c) Para selecionar um parágrafo, posicione a seta do mouse para o parágrafo desejado e dê só um clique.
d) Para selecionar uma palavra, clique duas vezes sobre ela.
e) Para selecionar uma linha inteira, posicione a seta do mouse para a linha desejada e dê um clique.


13. Para você adicionar símbolos e caracteres especiais, clique no menu:

a) Menu Inserir

b) Menu Exibir
c) Menu Formatar
d) Menu Ferramentas
e) Menu Arquivo


14. Um aluno resolveu formatar sua planilha feita no MS Excel XP e teve a idéia de preencher uma faixa de células com a cor azul. Foi até a caixa de nome e digitou B2:K5 e deu um Enter. Foi no menu Formatar, clicou em Células, clicou na aba Padrões, escolheu a cor Azul e clicou em OK. Dentro desse intervalo:

a) Qualquer dado inserido nesse intervalo de células fica na cor azul.

b) Se o aluno formatasse a fonte na cor azul para esse intervalo de células e inserisse dados aleatoriamente nas células, a aparência final seria de células vazias.
c) Se o aluno selecionasse de B2 até K3 e mudasse a cor das células desse intervalo para vermelho, então a quantidade de células em azul seria de 20.
d) As proposições a e c estão erradas.
e) As proposições b e c estão corretas.


15. No Word define opções para impressão de uma página em sua impressora, como por exemplo, se a alimentação da impressora será manual ou automática.

a) Origem do Papel

b) Layout
c) Tamanho do Papel
d) Margens
e) Margem Espelho


16. Para adicionar gráficos no Excel usamos.

a) Menu exibir

b) Menu inserir
c) Menu formatar
d) Menu dados
e) Menu ferramentas


17.Para proteger uma planilha utilizamos o menu:

a) Formatar

b) Inserir
c) Dados
d) Exibir
e) Ferramentas


18. São dados do Excel do tipo alfanuméricos ou alfabéticos.

a) Numérico

b) Funções
c) Label
d) Região
e) Bloco


19. Para se gravar uma pasta num CD no Windows XP:

a) Obrigatoriamente deve-se clicar com o botão direito do mouse na pasta desejada e arrastá-la até a unidade gravadora de CD.

b) Seleciona-se a pasta desejada e arrasta-se até a unidade gravadora de CD.
c) Usando o botão esquerdo ou direito do mouse, clica-se na pasta desejada e arrasta-se a mesma até a unidade gravadora de CD. Depois se clica na unidade gravadora de CD, vai-se no menu Arquivo e clica-se em “gravar estes arquivos no CD”.
d) Faz-se tudo descrito na proposição acima, mas o clique só pode ser com o botão direito do mouse.
e) Não tem como se gravar uma pasta num CD no Windows XP sem se usar um programa específico para isso como o Nero, por exemplo.


20. A barra de fórmulas do menu exibir é utilizado para:

a) Exibe / omite a barra em que aparece a indicação da célula.

b) Exibe/omite as mensagens do pé da página.
c) Permite escolher as barras de ícones, por exemplo, barra de gráficos.
d) Mostra a tela inteira sem as barras de menus.
e) O percentual de visualização.


INFORMÁTICA

11 – E
12 – C
13 – A
14 – E
15 – A
16 – B
17 – E
18 – C
19 – B
20 – A



CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

21. Não é um osso do esqueleto humano.

a) Escapula

b) Tarso
c) Fíbula
d) Ísquio
e) Umeritite


22.No osso esfenóide existe uma depressão denominada:

a) Sela turca

b) Mandíbula
c) Parietais
d) Zigomático
e) Temporais


23. Têm as três extremidades praticamente equivalentes e são encontrados nas mãos e nos pés. São constituídos por tecido ósseo esponjoso.

a) Ossos longos

b) Ossos curtos
c) Ossos planos
d) Ossos chatos
e) Ossos finos


24. Não é um tipo de articulação:

a) Glenoumeral

b) Acrômio-clavicular
c) Esfenóide
d) Esternoclavicular
e) Escápulo-torácica


25. A faringe é:

a) São duas cavidades paralelas que começam nas narinas e terminam em outro órgão. Elas são separadas uma da outra por uma parede cartilaginosa denominada septo nasal.

b) Um tubo sustentado por peças de cartilagem articuladas, situado na parte superior do pescoço, em continuação de outra parte do sistema respiratório.
c) Uma espécie de “lingüeta” de cartilagem denominada epiglote, que funciona como válvula.
d) É um canal comum aos sistemas digestório e respiratório e comunica-se com a boca e com as fossas nasais.
e) É um tubo de aproximadamente 1,5 cm de diâmetro por 10-12 centímetros de comprimento, cujas paredes são reforçadas por anéis cartilaginosos.


26. A respeito do sistema digestivo é uma glândula mista, de mais ou menos 15 cm de comprimento e de formato triangular, localizada transversalmente sobre a parede posterior do abdome, na alça formada pelo duodeno, sob o estômago.

a) Intestino delgado
b) Faringe
c) Língua
d) Esôfago
e) Pâncreas


27.Qual alternativa não é uma função executada pelos rins.

a) Regulação da composição iônica do sangue.

b) Regulação da transpiração humana.
c) Regulação do pH do sangue.
d) Regulação do nível de glicose no sangue.
e) Excreção de resíduos e substâncias estranhas.


28. Uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) possui profissionais que deverão executar as seguintes tarefas, exceto:

a) Conhecer as principais infecções hospitalares detectadas no serviço e definir se a ocorrência destes episódios de infecção está dentro de parâmetros aceitáveis. Isto significa conhecer a literatura mundial sobre o assunto e saber reconhecer as taxas aceitáveis de infecção hospitalar para cada tipo de serviço.

b) Elaborar normas de padronização para que os procedimentos realizados na instituição sigam uma técnica asséptica (sem a penetração de microrganismos), diminuindo o risco de o paciente adquirir infecção.
c) Colaborar no treinamento de todos os profissionais da saúde no que se refere à prevenção e controle das infecções hospitalares e detectar casos de infecção hospitalar, seguindo critérios de diagnósticos previamente estabelecidos.
d) Realizar controle da prescrição de antibióticos, evitando que os mesmos sejam utilizados de maneira descontrolada no hospital.
e) Recomendar quando se tratar de pacientes hospitalizados com doenças transmissíveis a remoção imediata do mesmo para fora do hospital e deixá-lo o Máximo distante possível da unidade.


29. Sobre as inspeções para o controle de infecções hospitalares marque a alternativa incorreta:

a) As Unidades Hospitalares estão sujeitas a inspeções sanitárias para a avaliação da qualidade das ações de Controle de Infecção Hospitalar e atuação da CCIH.

b) As conclusões das auditorias internas não precisam ser documentadas e nem arquivadas.
c) Com base nas conclusões das inspeções sanitárias e auditorias internas, devem ser estabelecidas as ações corretivas necessárias para o aprimoramento da qualidade das ações de Controle de Infecção Hospitalar.
d) As inspeções sanitárias devem ser realizadas com base no Roteiro de Inspeção do Programa de Controle de Infecção Hospitalar.
e) Auditorias internas devem ser realizadas, periodicamente, pelas Unidades Hospitalares, através de protocolos específicos para verificar o cumprimento da legislação específica que trata do Controle de Infecção Hospitalar.


30. O dispositivo que gera Raios X é chamado de:

a) Tubo de Coolidge

b) Tungstênio
c) Catodo
d) Pulso de radiação
e) Bremsstrahlung


31. Os raios X do pulmão para fins diagnósticos são chamados de:

a) Radioscopia

b) Tomografia computadorizada
c) Abreugrafia
d) Angiografia
e) Pancreatografia


32. Este procedimento é um grande avanço no estudo diagnóstico das doenças respiratórias, na investigação de tumores, na diferenciação de lesões da pleura ou parênquima pulmonar e estudo de doenças intersticiais pulmonares.

a) Imagiologia de tórax

b) Radioterapia
c) Radiografia de tórax
d) Tomografia computadorizada de tórax
e) Pancreatografia


33. O posicionamento para tirar uma radiografia do crânio perfil é:

a) Paciente em decúbito ventral, em posição de nadador.

b) Paciente em decúbito ventral apoiando a região do nariz e a testa na mesa de exames (fronto-naso).
c) Paciente em decúbito dorsal.
d) Paciente preferencialmente em decúbito dorsal, recebendo um apoio (almofada) no dorso das costas, inclinando a cabeça para trás.
e) Paciente em decúbito ventral, apoiando o queixo na mesa de exames, de preferência sobre algum material não radiopaco. Procurando manter o P.V.O. o mais perpendicular possível em relação ao plano do filme, com o mento o mais estendido possível.


34. É importante para averiguar se há tumor de hipófise ou alterações da glândula que favoreçam a produção excessiva da prolactina, indicando se o tratamento deve ser cirúrgico ou medicamentoso.

a) Ressonância magnética de cavum

b) Escanometria
c) Espectroscopia
d) Tomografia por emissão de pósitrons
e) Ressonância magnética de sela túrsica


35. Marque V para afirmativa(s) verdadeira(s) e F para falsa(s).

( ) Disfunção temporomandibular, sinônimo de disfunção craniomandibular ou, ainda, disfunção de ATM (articulação temporomandibular), é o nome de um conjunto de sinais e sintomas que resultam de uma má relação entre a mandíbula e o osso temporal.
( ) O "processo articular" (na mandíbula) articula com a "cavidade articular" (no osso temporal), com um "disco articular" interposto, e com uma série de músculos e ligamentos envolvidos no movimento mandibular.
( ) A disfunção temporomandibular (DTM, DCM) pode originar dores musculares, articulares, zunidos no ouvido, otite, trigger-points (acúmulos de íon cálcio no interior do músculo mastigatório), limitação de abertura da boca, trismo e bruxismo (ranger noturno dos dentes) ou bracidismo (apertamento noturno dos dentes). A seqüência correta é:

a) V – F – V
b) V – F – F
c) F – F – V
d) V – V – V
e) V – V – F


36. Toda a articulação é envolvida por uma estrutura fibrosa, chamada de:

a) Disco articular

b) Cápsula articular
c) Cartilagem articular
d) Fossa mandibular
e) Ligamento esfenomandibular


37. Sobre as articulações julgue as afirmativas abaixo:
I. Fibrosas ou sinfibrosas - apresentam cartilagem entre os ossos.
II. Sindesmoses – articulações fibrosas ligadas por fibras colágenas ou lâminas de tecido fibroso - membrana interóssea (ex. rádio e ulna).
III. Cartilaginosas – apresentam tecido fibroso interposto entre os ossos.
IV. Sínfises ou anfiartroses – existe uma fibrocartilagem espessa interposta; Seqüência: osso-cartilagem-disco-cartilagem-osso (ex. articulações entre corpos vertebrais).
V. Membrana sinovial - É a mais interna das camadas da cápsula articular encarregada da produção da sinóvia.
Está (estão) correta (s):

a) Apenas a I está correta.
b) Apenas a II e III estão corretas.
c) Apenas II, IV e V estão corretas.
d) Apenas a III, IV e V estão corretas.
e) Todas estão corretas.


38. O osso cóccix é formado pela fusão de:

a) Das últimas quatro vértebras.

b) Das últimas duas vértebras.
c) É composto pelo osso sacro que é resultado da fusão de cinco vértebras.
d) É composto pelo osso sacro que é resultado da fusão de quatro vértebras.
e) É composto pelo osso sacro que é resultado da fusão de três vértebras.


39. O osso esterno:

a) É formado por várias vértebras que são ligadas por articulações que são os discos intervertebrais.

b) É um osso chato, localizado na parte anterior do tórax, composto de três partes: o manúbrio, o corpo e a apófise xifóide.
c) São maiores, mais largas e mais grossas. Existem cinco vértebras neste tipo de osso.
d) Serve para sustentação dos arcos costais e do crânio, protegendo o cérebro humano.
e) É formado pelo ílio, o ísquio, o púbis, o sacro e cóccix.


40. Não é um exame utilizado para detectar infecções ósseas da coluna.

a) Mielografia

b) Mielotomografia
c) Eletroneuromiografia
d) Cintilografia óssea
e) Broncografia


CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

21 – E
22 – A
23 – B
24 – C
25 – D
26 – E
27 – B
28 – E
29 – B
30 – A
31 – C
32 – D
33 – A
34 – E
35 – D
36 – B
37 – C
38 – A
39 – B
40 – E

Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

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Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

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