QUE JESUS ABENÇOE O SEU DIA


Recados Para Orkut

O QUE É RADIOLOGIA ?

IMPORTANTE

CURSOS ON LINE POR PREÇOS JUSTOS
MELHORE O SEU CURRÍCULO E ENTRE
NO MERCADO DE TRABALHO MAIS RÁPIDO

CURSOS ON LINE COM CERTIFICADO E DE CUSTO BAIXO - PORTAL EDUCAÇÃO

CURSOS ON LINE COM CERTIFICADO E DE CUSTO BAIXO - PORTAL EDUCAÇÃO

LISTA DE CURSOS:

01) Radiologia e Análise de Imagens

02) Radiologia Odontológica

03) Radiologia Industrial

04) Tomografia Computadorizada

05) Ressonância Magnética

06) Mamografia

07) Anatomia Humana

08) Neuroanatomia

09) Fisiologia Geral

10) Farmacologia Geral

11) Microbiologia Geral

12) Biossegurança Hospitalar

13) Controle de Infecção em Serviços de Saúde

14) Epidemiologia e Saúde Pública

15) Sistema de Saúde Pública no Brasil

16) Curso de Fraturas

E muitos outros de interesse na área de saúde.
Acesse o link e encontre o seu curso. Cursos com videoconferência e certificados.

RADIOLOGIA E ANÁLISE DE IMAGENS

Curso online de Radiologia e Análise de Imagens

NOÇÕES DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

Curso online de Tomografia Computadorizada

NOÇÕES DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Curso online de Ressonância Magnética

NOÇÕES DE MAMOGRAFIA

Curso online de Mamografia

NOÇÕES DE ULTRASSONOGRAFIA VETERINÁRIA

Curso online de Ultra-Sonografia em Pequenos Animais

ANATOMIA HUMANA

Curso online de Anatomia Humana

NEUROANATOMIA

Curso online de Neuroanatomia

CURSO DE FRATURAS - FUNDAMENTAL PARA O RADIOLOGISTA

Educação a Distância

PRIMEIROS SOCORROS EM EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS

Curso online de Primeiros Socorros em Emergências Traumáticas

A PROFISSÃO DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA: SAIBA MAIS SOBRE SUA CARREIRA

TENHA UM DIFERENCIAL: APRENDA ESPANHOL E PREPARE-SE PARA A COPA DO MUNDO

Educação a Distância

domingo, 14 de novembro de 2010

410) PROVA DE ANATOMIA E ESPECÍFICA

PROVA DE ANATOMIA
E CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS



71- A incidência de STECHER é utilizada para estudo da região (Hospital Antônio Pedro-03).

a) astrágalo
b) calcâneo
c) patela
d) buraco óptico
e) escafóide


72- Um membro superior imobilizado exigirá um aumento da quantidade de radiação necessária para a produção de uma radiografia de boa qualidade, em comparação com um membro superior não imobilizado. Escolha a alternativa que completa CORRETAMENTE a tabela, levando em conta o tipo de mobilização considerado. (Estado de São Paulo-03)

Tipo de Imobilização Aumento da exposição
___________________________________
Gesso seco pequeno a médio I
Gesso grande ou úmido II
Fibra de vidro III 
___________________________________

a) I- aumentar 5 a 7 kVp; II- duplicar mAs ou aumentar 8 a 10 kVp; III- aumentar 3 a 4 kVp
b) I- aumentar 5 a 7 kVp; II- duplicar mAs e aumentar 8 a 10 kVp; III- aumentar 3 a 4 kVp
c) I- aumentar 15 a 20 kVp; II- triplicar mAs ou aumentar 8 a 10kVp ; III- aumentar 3 a 4 kVp
d) I- aumentar 15 a 20 kVp; II- triplicar mAs e aumentar 8 a 10kVp ; III- aumentar 3 a 4 kVp
e) I- aumentar 5 a 7 kVp; II- duplicar o mAs ou aumentar 8 a 10 kVp; aumentar 15 a 20 kVp

73- Conforme descreve Jorge Nascimento, a rotina para suspeita de fratura na região metacarpiana deve ser: (Prefeitura Municipal de Mangaratiba-03).

a) PA e perfil
b) AP e oblíqua
c) PA e oblíqua
d) PA, perfil e oblíqua


74- As incidências básicas para estudo do dedo da mão corresponde: (Prefeitura Municipal de Silva Jardim-03).
a) PA, PA oblíqua e extensão
b) AP, AP oblíqua e lateral
c) AP, AP oblíqua e flexão
d) PA, PA oblíqua e lateral

75- A incidência de Gaynor-Hart é usada para o estudo de: (Prefeitura Municipal de Itaguaí-03)

a) túnel intercondiliano
b) túnel do carpo
c) sesamóides do hálux
d) patela
e) charneira

76- A tabela de Greulich-Pyle é usada para avaliar: (Prefeitura Municipal de Itaguaí-03).

a) arco plantar
b) luxação do quadril
c) idade óssea
d) ângulo de escoliose
e) sela turca


77- Uma criança que apresenta idade óssea inferior à idade cronológica deve radiografar quais estruturas? (Marinha-03).
a) crânio e bacia
b) crânio e fêmur
c) mãos e punhos
d) tíbia e bacia
e) ulna e fêmur


78- Para excluir uma fratura do tipo Bennet do polegar, o raio central deverá estar centralizado para a articulação: (Marinha-03).

a) interfalangiana proximal
b) metacarpofalangiana
c) interfalangiana distal
d) carpocárpico


79- São incidências de rotina para pesquisa de corpo estranho nas mãos: (Marinha-03).

a) PA e perfil com extensão
b) AP e perfil posterior
c) AP e oblíqua anterior externa
d) oblíqua posterior interna e oblíqua anterior externa
e) oblíqua posterior interna e oblíqua anterior interna


80- A incidência com o desvio cubital (flexão ulnar) do punho é a mais indicada para o estudo radiológico do: (Marinha-03).
a) grande osso
b) escafóide
c) úmero
d) piramidal
e) pisiforme


81- Na incidência lateral “em leque” látero-medial-mão, o raio central perpendicular ao filme deverá estar direcionado para a: (Prefeitura Municipal de Paracambi-03).
a) primeira articulação interfalangiana distal
b) segunda articulação interfalangiana distal
c) primeira articulação metacarpo-falangeana
d) segunda articulação metacarpo-falangeana


82- A incidência oblíqua bilateral da mão também é conhecida como: (Prefeitura Municipal de Paracambi-03).

a) método de Jones
b) método de Garth
c) método de Norgaard
d) método de Lawrence


83- Em um paciente com traumatismo de mão e suspeita de fratura em escafóide, deve-se realizar a incidência: (Prefeitura Municipal de Paracambi-03).

a) PA do escafóide com flexão ulnar
b) PA do escafóide com flexão radial
c) tangencial do escafóide ínfero-superior
d) tangencial do escafóide súpero-inferior


84- A localização da fratura de Colles refere-se a porção distal: (Prefeitura Municipal de Paracambi-03).
a) do rádio
b) da ulna
c) da tíbia
d) da fíbula


Com relação às radiografias do punho, julgue os itens seguintes (questões 85 e 86). (Hospital Geral de Bonsucesso-03).

85- A flexão radial é ótima para avaliação do escafóide.
(V)
(F)

86- O túnel do carpo é mais bem visualizado na projeção antero-posterior.
(V)
(F)


87- Relacione a coluna da direita com a da esquerda, sobre o movimento de flexão do punho, para melhor visualizar os ossos correspondentes. A seguir, indique a opção com a seqüência CORRETA: (EAGS-03).

I- Flexão ulnar
II- Flexão radial
( ) hamato ( ) pisiforme ( ) semilunar ( ) escafóide
a) I- I- I- II
b) II- II- I-I
c) I - I- II- II
d) II- II- II- I


88- Para evitarmos a superposição do rádio e da ulna no exame de antebraço, devemos radiografar o antebraço: (EAGS-03).

a) com a mão em pronação
b) com a mão em supinação
c) com a palma da mão voltada para baixo, flexionando o cotovelo em 90º
d) tracionando-o, o que irá facilitar a visualização desses ossos superpostos


89- Na incidência PA do terceiro dedo, o raio central deve ser perpendicular ao filme e direcionado para: (Universidade Federal de Pelotas-03).

a) a ulna
b) qualquer lugar
c) a articulação interfalangiana distal
d) a articulação interfalangiana proximal
e) a cabeça do terceiro dedo

90- Qual das incidências é a mais apropriada para a avaliação do escafóide do carpo? (Universidade Federal do Rio Grande do Norte-03).

a) Perfil do punho
b) PA do punho com flexão ulnar
c) PA do punho com flexão radial
d) incidência do túnel do carpo


91- Com relação a exames radiográficos dos dedos das mãos, é CORRETO afirmar que: (Prefeitura Municipal do Recife-03).

a) devem sempre ser feitos com o paciente de pé.
b) as incidências de polegar em AP e polegar lateral podem ser feitas com um mesmo chassis, dividido ao meio por uma placa de chumbo.
c) se utilizam técnicas com tensão acima de 70kV.
d) a incidência de dedo lateral básico deve ser realizada com o paciente sentado.
e) a incidência de polegar lateral básica deve ser realizada com o paciente de pé.


92- Selecione a alternativa que relaciona o kVp recomendado para radiografar antebraço em PA com o paciente engessado e não engessado, respectivamente: (Universidade Federal do Paraná-03).

a) 70 kV e 55 kV
b) 100 kV e 70 kV
c) 55 kV e 70 kV
d) 70 kV e 100 kV
e) 70 kV nos dois casos

93- Assinale a afirmativa INCORRETA: (Universidade Federal de Santa Catarina-03).

a) o escafóide, um osso em forma de barco, é o maior dos ossos da fileira proximal do carpo
b) o osso do carpo mais freqüentemente fraturado é o semilunar
c) tanto o escafóide como o semilunar articulam-se com o rádio
d) trapézio, trapezóide, capitato e hamato são ossos da segunda fileira do carpo


94- Assinale a alternativa CORRETA: (Universidade Federal de Santa Catarina-03).

a) o antebraço deve ser radiografado rotineiramente em posição de pronação (incidência PA)
b) o rádio e a ulna vão apresentar sobreposição na radiografia do cotovelo realizada com rotação lateral
c) para que os coxins adiposos anterior e posterior sejam úteis como indicadores diagnósticos na incidência lateral do cotovelo, esta deve ser realizada em flexão de 90 graus.
d) na suspeita de fratura de osso longo do antebraço com envolvimento articular devem ser realizadas de rotina incidências em AP e lateral.


95- Assinale a alternativa CORRETA: (Universidade Federal de Santa Catarina-03).

a) o estudo radiológico do escafóide deve ser realizado idealmente em AP, com angulação do raio central e flexão radial
b) a angulação do raio central deve ser de 10 a 15 graus ao longo do maior eixo do antebraço, em direção à ponta dos dedos
c) o raio central deve estar localizado em topografia do escafóide, em um ponto aproximadamente a 2 cm. distal e medial ao processo estilóide ulnar
d) em paciente que apresenta trauma de punho, com possibilidade de fraturas do antebraço distal e/ou punho, deve-se sempre realizar uma série de rotina de punho antes de se tentar a posição especial para estudo do escafóide.


96- Assinale a alternativa INCORRETA, em relação ao estudo radiológico do túnel do carpo: (Universidade Federal de Santa Catarina-03).

a) deve ser idealmente realizado através de incidência tangencial, também conhecida como Método de Gaynor-Hart
b) deve-se girar a mão inteira e o punho em torno de 10 graus internamente, em direção ao lado ulnar, para evitar a superposição do pisiforme e do hamato ) deve-se angular o raio central de 25 a 30 graus com o maior eixo da mão
c) deve-se angular o raio central de 25 a 30 graus com o maior eixo da mão
d) o raio central deve ser direcionado a um ponto aproximadamente 3 cm distal à base do terceiro metacarpo (centro da palma da mão)

97- Em relação às incidências axiais látero-mediais do cotovelo (Método de Coyle), assinale a alternativa INCORRETA: (Universidade Federal de Santa Catarina-03).

a) são incidências especiais realizadas para estudo de processos patológicos ou traumatismos da cabeça do rádio e/ou processo coronóide da ulna
b) são incidências efetivas, quando o paciente não pode estender completamente o cotovelo
c) para o estudo da cabeça do rádio, o cotovelo deve estar fletido a 90 graus, mão pronada e raio central angulado a 45 graus em direção ao ombro
d) para o estudo do processo coronóide, o cotovelo deve estar fletido acima de 90 graus, mão pronada e raio central angulado a 45 graus em direção ao ombro


98- Numa radiografia de mão, na incidência lateral em “leque” (latero-medial), o raio central deve incidir em qual região: (Prefeitura Municipal de São Gonçalo-03).

a) centro do carpo
b) 2ª. articulação metacarpo-falangeana
c) 3ª. articulação metacarpo-falangeana
d) 4ª. articulação metacarpo-falangeana

99- Para se obter o máximo de detalhes numa radiografia de mão, deve-se fazer sem écran, envolvendo o filme em um papel radiopaco à luz. Nesse aso, além de aumentar 3kV, deve-se: (Prefeitura Municipal de Carapebus-03).

a) dobrar o mAs
b) aumentar 10 vezes o mAs
c) aumentar 20 vezes o mAs
d) quadruplicar o mAs


100- Numa radiografia PA de mão, o raio central deve ser direcionado em que região: (Prefeitura Municipal de Carapebus-03).

a) 3ª. articulação metacarpo-falangiana
b) 2ª. articulação metacarpo-falangiana
c) na região central do carpo
d) nenhuma das alternativas acima está correta


101- Em relação ao punho, para o estudo do canal do carpo, a incidência adequada é: (Prefeitura Municipal de Angra dos Reis-03).
a) PA
b) tangencial ínfero-superior
c) PA com flexão radial
d) lateral lateromedial

102- Dentre as estruturas anatômicas analisadas ao estudo radiológico abaixo, qual requer 03 incidências rotineiras? (Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica-04).

a) úmero
b) fêmur
c) tórax
d) punho


103- Quais as incidências radiológicas básicas para o estudo da mão? (Marinha/Pessoal Civil - 04).
a) PA e lateral
b) AP, PA e lateral
c) PA, PA oblíqua e lateral
d) AP e AP oblíqua
e) AP, lateral e AP oblíqua

104- Na incidência de perfil do cotovelo, o ângulo de flexão dessa articulação deve ter: (Prova de Seleção para Estágio do Hospital Municipal Souza Aguiar-04).

a) 110º
b) 45º
c) 60º
d) 90º


105- Qual a incidência que mostra melhor o escafóide carpiano? (Prova de Seleção para Estágio do Hospital Municipal Souza Aguiar-04).

a) PA com desvio ulnar.
b) PA com desvio radial.
c) Perfil interno.
d) Gaynor-Hart.


106- O método de Norgaard refere-se à incidência de: (Prefeitura Municipal de Macaé-04).

a) Raios-x de bacia.
b) Raios-x de mastóides.
c) Raios-x dos pés.
d) Raios-x das mãos.


107- O método de Gaynor-Hart para estudo de síndrome do túnel do carpo, é realizado da seguinte forma: (EAGS-04).

a) Angular o raio central (RC) 25º a 30º, com o eixo longitudinal da mão.
b) Angulando o raio central (RC) em 10º com o eixo longitudinal da mão.
c) Rodar o punho e a mão em cerca de 15º internamente.
d) Orientar o raio central (RC) para um ponto ≈ 5 cm próximo à base do 4º metacarpiano.


108- A visualização dos três arcos concêntricos (sulco troclear, cristas duplas do capítulo e da tróclea e chanfradura troclear da ulna) é indicativo de correção em qual posicionamento do cotovelo? (EAGS-04).

a) Lateral verdadeira.
b) Rotação medial (interna).
c) Rotação lateral (externa).
d) Incidência em flexão aguda.


109- Os métodos especiais de exames radiológicos, indicados para quando o paciente NÃO consegue estender totalmente o cotovelo para a realização de oblíqua medial ou lateral e também NÃO consegue estender o braço para a incidência AP do mesmo, são respectivamente: (EAGS-04).

a) Método de Gaynor-Hart e Método de Stecher Modificado.
b) Método de Coyle e Método de Jones.
c) Laterais da cabeça do rádio e Método de West-Point.
d) Método de Jones e Método de Robert.


110- O tamanho do filme utilizado no estudo do cotovelo em extensão completa é: (Prefeitura Municipal de Magé-04).

a) 18 x 24 cm
b) 24 x 30 cm
c) 35 x 43 cm
d) 23 x 30 cm


111- A incidência tangencial do punho, com o raio central entre 25º e 30º ao eixo longitudinal da mão, é utilizada, principalmente, para demonstrar: (Prefeitura Municipal de Magé-04).
a) fratura de Colles
b) fratura do escafóide
c) síndrome do túnel do carpo
d) fratura de falanges distais


112- Um membro superior imobilizado exigirá um aumento na exposição. Nos casos de imobilização com fibra de vidro, deve se aumentar a quilovoltagem em: (Prefeitura Municipal de Barra do Piraí-04).
a) 3 a 4 kV
b) 8 a 10 kV
c) 8 a 12 kV
d) 15 a 20 kV

113- Em um paciente com suspeita de fratura da cabeça do rádio, impossibilitado de estender totalmente o cotovelo, a incidência mais adequada é: (Prefeitura Municipal de Barra do Piraí-04).
a) cotovelo fletido a 90º graus, mão em pronação e raio central em direção ao ombro
b) cotovelo fletido a 80º graus, mão em pronação e raio central com ângulo de 45º afastando-se do ombro
c) AP oblíqua interna do cotovelo com a mão em pronação
d) AP oblíqua externa do cotovelo com a mão em supinação


114- Dentre as incidências abaixo para estudo da mão, é a que melhor evidencia o osso escafóide sem encurtamento: (Prefeitura Municipal de Porto Real-04).
a) oblíqua.
b) PA com flexão radial.
c) perfil.
d) PA com flexão ulnar.

115- A fratura luxação de Monteggia é caracterizada pela fratura da (o): (Tecnólogo em Radiologia - Estado do Amapá-04).

a) ulna com luxação do radio.
b) rádio com luxação da ulna.
c) tíbia com luxação da fíbula.
d) fíbula com luxação da tíbia.
e) úmero com luxação do rádio.

116- A medida da idade óssea do esqueleto deve ser feita através da exposição em PA (póstero-anterior) comparativa de mão e punhos. Alguns autores acham necessário fazer somente a radiografia da mão esquerda. A tabela utilizada para este tipo de exame é chamada de: (UFF-04).

a) Greulich-Pyle.
b) Farril
c) Caldwell.
d) Fleischner.
e) Reverchon.


117- A incidência de STECHER é utilizada para estudo da região: (UFF-04).
a) Astrágalo.
b) Calcâneo.
c) Patela.
d) Buraco óptico.
e) Escafóide.


118- Dentro dos princípios de posicionamento radiológico, quais estruturas abaixo, exigem três incidências rotineiras ou básicas? (Exército-Pessoal Civil-04).
a) antebraço
b) úmero
c) mão
d) quadril


119- A incidência CORRETA específica para o estudo do escafóide é: (Estado do Amapá-04).
a) PA do punho com flexão interna.
b) Perfil do punho.
c) PA do punho com flexão externa.
d) Oblíqua interna do punho.
e) Oblíqua externa do punho.

120- Ao método de Gaynor-Hart, a angulação média do raio central com eixo longitudinal da mão está compreendida entre: (Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica-05).

a) 05 e 10 graus
b) 10 e 20 graus
c) 15 a 25 graus
d) 25 a 30 graus

121- O principal exame para o estudo da idade óssea, é a radiografia: (Estado de Rondônia-05).

a) Do tórax;
b) Dos punhos em perfil;
c) Dos punhos em AP;
d) Dos ombros;
e) Da bacia.

122- Paciente suspeita de fratura na cabeça do rádio. Nas incidências AP e perfil não foi visualizada linha de fratura. Qual incidência é indicada para estudo complementar? (Universidade Estadual do Oeste do Paraná-05).

a) Rotação lateral (oblíqua externa).
b) Axial.
c) Crânio-caudal.
d) Rotação interna de 45º (oblíqua interna).
e) Látero-medial.


123- A incidência especial para visualizarmos a cabeça do “rádio” deve ser? (Universidade Estadual do Oeste do Paraná-05).

a) Póstero-anterior com o raio inclinado 45º.
b) Ântero-posterior 45º.
c) Médio Lateralmédio.
d) AP com o raio inclinado 45º.
e) Perfil 15º.

124- Para se avaliar fraturas em punho, as duas incidências básicas são: (Universidade Estadual do Oeste do Paraná-05).

a) AP e perfil.
b) Oblíqua e perfil.
c) AP e PA.
d) Perfil e carga.
e) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.


125- De acordo com a tabela de Greulich-Pyle, a melhor incidência e a região a ser radiografada para determinação da idade óssea, são respectivamente: (Prova de Seleção para Estágio na Universidade Federal do Rio de Janeiro-05).

a) PA e perfil dos pés.
b) oblíquas das mãos.
c) PA comparativo das mãos e punhos.
d) AP comparativo das mãos e pés.
e) AP e perfil das mãos e pés.


126- Na incidência radiográfica em perfil do cotovelo, o ângulo de flexão dessa articulação deve ter aproximadamente: (Prova de Seleção para Estágio na Universidade Federal do Rio de Janeiro-05).

a) 10º
b) 20º
c) 30º
d) 45º
e) 90º

127- Na realização de incidência para a avaliação do túnel do carpo, o punho deverá estar em: (Prefeitura Municipal de Manaus-05).

a) desvio cubital.
b) dorsiflexão.
c) hiperflexão.
d) inversão.
e) supinação.

128- Na incidência PA do terceiro dedo, o raio central deve ser perpendicular ao filme e direcionado para: (Instituto Dr. José Frota-05).

a) a unha
b) a articulação interfalangeana distal
c) carpo
d) a articulação interfalangeana proximal


129- O osso escafóide no punho exige uma incidência específica quando a indicação é fratura. A incidência mais indicada é: (Prefeitura de Paraíba do Sul/RJ-05).

a) AP com raio central perpendicular
b) oblíqua posterior interna com raio central com angulação podálica
c) PA com desvio ulnar e com angulação cefálica do raio central
d) perfil interno com raio central perpendicular


130- Numa radiografia do punho, as projeções básicas são: (Prefeitura Municipal de Parauapebas/Pará-05).

a) PA, oblíqua e canal do carpo.
b) PA, flexão radial e lateral.
c) PA, flexão do radial e canal do carpo.
d) PA, oblíqua e lateral.
e) PA, canal do carpo e ponte do carpo.


131- O chamado método de Jones consiste na incidência do cotovelo em (Universidade Federal de Minas Gerais-06).

a) ântero-posterior com extensão do cotovelo.
b) ântero-posterior com flexão aguda do cotovelo.
c) látero-medial com flexão aguda do cotovelo.
d) ântero-posterior oblíqua com extensão do cotovelo.


132- Quanto ao estudo do punho, é correto afirmar que o osso escafóide é melhor demonstrado na incidência: (Marinha-05).

a) PA com flexão radial;
b) PA com flexão ulnar;
c) tangencial;
d) PA oblíqua;
e) látero-medial.


133 - O estudo do escafóide do carpo deve ser feito com as seguintes incidências: (Universidade Federal do Rio de Janeiro-06).

a) dorso palmar e oblíqua;
b) perfil e dorso palmar;
c) oblíqua e perfil;
d) dorso palmar e dorso palmar com desvio ulnar do punho;
e) perfil e antero-posterior.


Julgue o item a seguir. (Universidade Federal da Bahia-06).

134- Para estudo radiológico do canal carpiano, pode ser utilizada a técnica em que o RC tem uma inclinação que pode variar com o grau de extensão que o paciente consiga obter com a mão, inclinação média de 15º a 30º e Distância Foco Filme (DFoFi) recomendada de 100cm.
(V)
(F)


135- Assinale a alternativa CORRETA. (Universidade Federal de Santa Catarina-06).

a) A angulação do raio central deve ser de 10 a 15 graus ao longo do maior eixo do antebraço, em direção à ponta dos dedos.
b) O estudo radiológico do escafóide deve ser realizado idealmente em AP, com angulação do raio central e flexão radial.
c) Em paciente que apresenta trauma de punho, com possibilidade de fraturas do antebraço distal e/ou punho, deve-se sempre realizar uma série de rotina de punho antes de se tentar a posição especial para estudo do escafóide.
d) O raio central deve estar localizado em topografia do escafóide, em um ponto distante aproximadamente 2 cm distal e medial ao processo estilóide ulnar.


136- A forma CORRETA dos critérios para exposição em radiografia lateral do antebraço é: (UNIRIO-06).

a) posição, exposição, colimação e marcadores de imagem estruturais mostradas.
b) ausência de movimento, relação sinal/ruído, visualização das partes moles e RC de acordo com o posicionamento.
c) pico de quilovoltagem alta, miliamperagem baixa, tempo de exposição longo e ponderação entre miliamperagem e quilovoltagem.
d) regra de troca de densidade, fatores de controle e densidade e distância.


137- Uma costureira procura o serviço de emergência de um hospital afirmando que um fragmento de agulha entrou em sua mão. Para determinar a posição exata deste fragmento metálico devemos, obrigatoriamente, efetuar a incidência: (UNIRIO-06).

a) antero-posterior e oblíqua.
b) oblíqua e perfil.
c) póstero-anterior e perfil.
d) somente antero-posterior.


138- A queda da própria altura pode levar a fratura do escafóide. Para melhor identifica-la usamos a incidência: (UNIRIO-06).

a) oblíqua posterior externa.
b) oblíqua posterior interna.
c) póstero-anterior com desvio ulnar.
d) póstero-anterior com desvio lateral.

139- A incidência usada para o túnel do carpo é: (UNIRIO-06).
a) tangencial ínfero-superior.
b) tangencial supero-inferior.
c) póstero-anterior com desvio medial
d) póstero-anterior com desvio lateral.


140- A incidência axial de Pierquiu é usada para avaliar fratura: (UNIRIO-06).
a) do processo estilóide da ulna.
b) da articulação do cotovelo.
c) da extremidade distal do rádio.
d) da diáfise radial.


141- Para avaliação da idade óssea em crianças quais são as rotinas radiológicas que podem ser empregadas? (FIOCRUZ-06).

a) radiografia de mão em AP (método de Greulich-Pyle);
b) radiografias de mãos, punhos e joelhos em AP (método de Greulich-Pyle);
c) radiografias de mão e punho. em AP (método de Greulich-Pyle) e radiografia de um hemiesqueleto (método de Jacques-Lefebvre);
d) radiografias de mãos em AP (método de Greulich-Pyle) e radiografia de um hemiesqueleto (método de Jacques-Lefebvre);
e) radiografia de mão e punho em AP e radiografia de joelhos em AP (Método de Greulich-Pyle).


142- A faixa de kVp para uma radiografia de punho em PA deve ser: (Estado do Piauí-06).

a) 65 -75 kVp;
b) 66± 6 kVp;
c) 70 ± 5 kVp;
d) 90 ± 10 kVp;
e) 64 ± 6kVp.


143- Na incidência em PA com flexão ulnar, qual dos ossos do carpo é melhor visualizado? (Distrito Estadual de Fernando de Noronha-06).

a) Escafóide.
b) Pisiforme.
c) Piramidal.
d) Semilunar.
e) Hamato.

144- O método de Coyle é uma incidência: (Distrito Estadual de Fernando de Noronha-06).

a) axial lateral-medial do cotovelo.
b) oblíqua AP do punho.
c) AP com flexão aguda do punho.
d) oblíqua AP com rotação medial do cotovelo.
e) oblíqua AP com rotação lateral do cotovelo.

145- Em relação ao osso acometido na fratura de Bennet, marque a alternativa CORRETA: (Prefeitura Municipal de Casemiro de Abreu-06).

a) navicular;
b) escafóide;
c) primeiro metatarsiano;
d) nenhuma das alternativas acima.


146- O principal exame para o estudo da idade óssea, é a radiografia: (Prefeitura Municipal do Limoeiro do Ajuru/Pará-06).
a) do tórax;
b) dos punhos em perfil;
c) dos punhos em AP;
d) dos ombros;
e) da bacia.


147- A fratura de Colles está relacionada à qual estrutura? (Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica-05).

a) Porção proximal do rádio;
b) Porção distal do rádio;
c) Porção distal do fêmur;
d) Porção proximal do fêmur.


148- As estruturas da epífise proximal do úmero são: (CEFET/Santa Catarina-05).

a) cabeça, tubérculo maior e menor, sulco intertubercular e colo cirúrgico.
b) tubérculo maior, colo, trocânter menor e sulco intertrocantérico.
c) cabeça, epicôndilo maior e menor e colo cirúrgico.
d) cabeça, colo, trocânter maior e colo cirúrgico.


149- Os três coxins ou linhas adiposas importantes do cotovelo são visualizadas apenas na incidência lateral. A linha adiposa supinadora é uma faixa longa e fina imediatamente anterior à porção proximal do rádio e pode ser usada para diagnosticar (EAGS-05).
a) processo patológico articular.
b) doença de Paget.
c) fratura de Barton.
d) fratura do colo do rádio.


150- No método de Robert para radiografar o polegar, o raio central (RC) deve ser angulado (EAGS-05).

a) 20º anteriormente (em direção ao punho), entrando na primeira articulação metacarpofalangeana (MCF).
b) 20º proximalmente (em direção ao punho), entrando na primeira articulação carpometacarpiana (CMC).
c) 15º anteriormente (em direção ao punho), entrando na primeira articulação metacarpofalangeana (MCF).
d) 15º proximalmente (em direção ao punho), entrando na primeira articulação carpometacarpiana (CMC).

GABARITO:

071- E / 072- A / 073- B / 074- D /075- B / 076- C / 077- C / 078- D / 079- A / 080- B / 081- D / 082- C / 083- A / 084- A / 085- F / 086- V / 087- D / 088- B / 089- D / 090- B / 091- B/ 092- A / 093- B / 094- C / 095- D / 096- B / 097- D / 098- B / 099- C / 100- A / 101- B/ 102- D / 103- C / 104- D / 105- A / 106- D / 107- A / 108- A / 109- B / 110- B / 111- C / 112- A/ 113- A / 114- D / 115- A / 116- A / 117- E / 118- B / 119- C / 120- D / 121- C / 122- A / 123- A/ 124- A / 125- C / 126- E / 127- B / 128- D/ 129- C / 130- D/ 131- B / 132- B / 133- D / 134- V/ 135- C / 136- A / 137- C / 138- C / 139- A / 140- B / 141- C / 142- E / 143- A / 144- A / 145-D/ 146- C / 147- B / 148- A / 149- D / 150- D

Aparelho para Radiografia I

Aparelho para Radiografia I

O QUE É RADIOGRAFIA ?

Os exames radiográficos utilizam raios-X; neste, o feixe de raios-X, transmitido através do paciente, impressiona o filme radiográfico, o qual, uma vez revelado, proporciona uma imagem que permite distinguir estruturas e tecidos com propriedades diferenciadas. Durante o exame radiográfico os raios-X interagem com os tecidos através do efeito fotoelétrico e Compton. Em relação à probabilidade de ocorrência destes efeitos, obtêm-se imagens radiográficas que, mostram tonalidades de cor cinza bem diferenciadas; conforme a densidade, tudo o que está dentro do corpo surge em uma cor diferente numa radiografia. Nos ossos, a radiografia acusa fraturas, tumores, distúrbios de crescimento e postura. Nos pulmões, pode flagrar da pneumonia ao câncer. Em casos de ferimento com armas de fogo, ela é capaz de localizar onde foi parar o projétil dentro do corpo. Para os dentistas, é um recurso fundamental para apontar as cáries. Na densitometria óssea, os raios-X detectam a falta de mineral nos ossos e podem acusar a osteoporose, comum em mulheres após a menopausa. Na radiografia contrastada, é possível diferenciar tecidos com características bem similares, tais como os músculos e os vasos sangüíneos, através do uso de substâncias de elevado número atômico (Iodo ou o Bário). Ainda, os raios-X possibilitaram o surgimento de exames como a tomografia axial computadorizada (TAC) que, com ajuda do computador, é capaz de fornecer imagens em vários planos, de forma rápida e precisa, utilizando quantidades mínimas de radiação.


Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

Aparelho para Ecografia ou Ultra-Sonografia II

O QUE É ECOGRAFIA OU ULTRASSONOGRAFIA ?

A ultrassonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezo elétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a frequência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito Doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.
A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e oblíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.

CARACTERÍSTICAS:
Esta modalidade de diagnóstico por imagem apresenta características próprias:
-É um método não invasivo ou minimamente invasivo.

-Apresenta a anatomia em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem se adquiridas em qualquer orientação espacial.

-Não possui efeitos nocivos significativos dentro das especificações de uso diagnostico na medicina.

-Não utiliza radiação ionizante.

-Possibilita o estudo não invasivo da hemodinâmica corporal através do efeito Doppler.
-Permite a aquisição de imagens dinâmicas, em tempo real, possibilitando estudos do movimento das estruturas corporais. O método ultra-sonográfico baseia-se no fenômeno de interação de som e tecidos, ou seja, a partir da transmissão de onda sonora pelo meio, observamos as propriedades mecânicas dos tecidos. Assim, torna-se necessário o conhecimento dos fundamentos físicos e tecnológicos envolvidos na formação das imagens do modo pelo qual os sinais obtidos por essa técnica são detectados, caracterizados e analisados corretamente, propiciando uma interpretação diagnóstica correta.

Além disso, o desenvolvimento contínuo de novas técnicas, a saber: o mapeamento Doppler, os meios de contraste, os sistemas de processamento de imagens em 3D, as imagens de harmônicas e a elastometria exigem um conhecimento ainda mais amplo dos fenômenos físicos.

A ultrassonografia pode contribuir como auxílio no diagnóstico médico e veterinário, sendo sua aplicação mais ampla atualmente em seres humanos. Pode acompanhar durante a gravidez o bebê desde seus primórdios ao nascimento, avaliando aspectos morfofuncionais. Permite ainda a orientação de processos invasivos mesmo antes do nascimento. Interage e auxilia a todas as demais especialidades médicas e cada vez mais firma-se como um dos pilares do diagnóstico médico na atualidade.

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

Aparelho para Tomografia Computadorizada I

O QUE É TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ?

A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada / computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.

PRINCÍPIOS FÍSICOS:

A TC baseia-se nos mesmos princípios que a radiografia convencional, segundo os quais tecidos com diferente composição absorvem a radiação X de forma diferente. Ao serem atravessados por raios X, tecidos mais densos (como o fígado) ou com elementos mais pesados (como o cálcio presente nos ossos), absorvem mais radiação que tecidos menos densos (como o pulmão, que está cheio de ar).
Assim, uma TC indica a quantidade de radiação absorvida por cada parte do corpo analisada (radiodensidade), e traduz essas variações numa escala de cinzentos, produzindo uma imagem. Cada pixel da imagem corresponde à média da absorção dos tecidos nessa zona, expresso em unidades de Hounsfield (em homenagem ao criador da primeira máquina de TC).

PROCEDIMENTO:

Para obter uma TC, o paciente é colocado numa mesa que se desloca para o interior de um anel de cerca de 70 cm de diâmetro. À volta deste encontra-se uma ampola de Raios-X, num suporte circular designado gantry. Do lado oposto à ampola encontra-se o detector responsável por captar a radiação e transmitir essa informação ao computador ao qual está conectado. Nas máquinas sequenciais ou de terceira geração, durante o exame, o “gantry” descreve uma volta completa (360º) em torno do paciente, com a ampola a emitir raios X, que após atravessar o corpo do paciente são captados na outra extremidade pelo detector. Esses dados são então processados pelo computador, que analisa as variações de absorção ao longo da secção observada, e reconstrói esses dados sob a forma de uma imagem. A “mesa” avança então mais um pouco, repetindo-se o processo para obter uma nova imagem, alguns milímetros ou centímetros mais abaixo.Os equipamentos designados “helicoidais”, ou de quarta geração, descrevem uma hélice em torno do corpo do paciente, em vez de uma sucessão de círculos completo. Desta forma é obtida informação de uma forma contínua, permitindo, dentro de certos limites, reconstruir imagens de qualquer secção analisada, não se limitando, portanto aos "círculos" obtidos com as máquinas convencionais. Permitem também a utilização de doses menores de radiação, além de serem muito mais rápidas. A hélice é possível porque a mesa de pacientes, ao invés de ficar parada durante a aquisição, durante o corte, tal como ocorre na tomografia convencional, avança continuamente durante a realização dos cortes. Na tomografia convencional a mesa anda e pára a cada novo corte. Na helicoidal a mesa avança enquanto os cortes são realizados.Atualmente também é possível encontrar equipamentos denominados DUOSLICE, e MULTISLICE, ou seja, multicorte, que, após um disparo da ampola de raios x, fornecem múltiplas imagens. Podem possuir 2, 8, 16, 64 e até 128 canais, representando maior agilidade na execução do exame diagnostico. Há um modelo, inclusive, que conta com dois tubos de raios-x e dois detectores de 64 canais cada, o que se traduz em maior agilidade para aquisição de imagens cardíacas, de modo que não é necessário o uso de beta-bloqueadores. Permite também aquisições diferenciais, com tensões diferentes em cada um dos emissores, de modo a se obter, por subtração, realce de estruturas anatômicas.Com essa nova tecnologia é possível prover reconstruções 3D, MPR (MultiPlanarReconstrucion) ou até mesmo mensurar perfusões sanguíneas.

CARACTERÍSTICAS DAS IMAGENS TOMOGRÁFICAS:

Entre as características das imagens tomográficas destacam-se os pixeis, a matriz, o campo de visão (ou fov, “field of view”), a escala de cinza e as janelas.
O pixel é o menor ponto da imagem que pode ser obtido. Assim uma imagem é formada por certa quantidade de pixeis. O conjunto de pixeis está distribuído em colunas e linhas que formam a matriz. Quanto maior o número de pixeis numa matriz melhor é a sua resolução espacial, o que permite um melhor diferenciação espacial entre as estruturas. E apos processos de reconstrução matemática, obtemos o Voxel (unidade 3D) capaz de designar profundidade na imagem radiológica. O campo de visão (FOV) representa o tamanho máximo do objeto em estudo que ocupa a matriz, por exemplo, uma matriz pode ter 512 pixeis em colunas e 512 pixeis em linhas, e se o campo de visão for de 12 cm, cada pixel vai representar cerca de 0, 023 cm (12 cm/512). Assim para o estudo de estruturas delicadas como o ouvido interno o campo de visão é pequeno, como visto acima enquanto para o estudo do abdômen o campo de visão é maior, 50 cm (se tiver uma matriz de 512 x 512, então o tamanho da região que cada pixel representa vai ser cerca de quatro vezes maior, ou próximo de 1 mm). Não devemos esquecer que FOV grande representa perda de foco, e consequentemente radiação x secundaria.
Em relação às imagens, existe uma convenção para traduzir os valores de voltagem detectados em unidades digitais. Dessa forma, temos valores que variam de –1000, onde nenhuma voltagem é detectada: o objeto não absorveu praticamente nenhum dos fótons de Rx, e se comporta como o ar; ou um valor muito alto, algo como +1000 ou mais, caso poucos fótons cheguem ao detector: o objeto absorveu quase todos os fótons de RX. Essa escala onde –1000 é mais escuro, 0 é um cinza médio e +1000 (ou mais) é bem claro. Dessa forma quanto mais RX o objeto absorver, mais claro ele é na imagem. Outra vantagem é que esses valores são ajustados de acordo com os tecidos biológicos. A escala de cinza é formada por um grande espectro de representações de tonalidades entre branco, cinza e o preto. A escala de cinzas é que é responsável pelo brilho de imagem. Uma escala de cinzas foi criada especialmente para a tomografia computadorizada e sua unidade foi chamada de unidade Hounsfield (HU), em homenagem ao cientista que desenvolveu a tomografia computadorizada. Nesta escala temos o seguinte:

zero unidades Hounsfield (0 HU) é a água,

ar -1000 (HU),

osso de 300 a 350 HU;

gordura de –120 a -80 HU;

músculo de 50 a 55 HU.

As janelas são recursos computacionais que permitem que após a obtenção das imagens a escala de cinzas possa ser estreitada facilitando a diferenciação entre certas estruturas conforme a necessidade. Isto porque o olho humano tem a capacidade de diferenciar uma escala de cinzas de 10 a 60 tons (a maioria das pessoas distingue 20 diferentes tons), enquanto na tomografia no mínimo, como visto acima há 2000 tons. Entretanto, podem ser obtidos até 65536 tons – o que seria inútil se tivéssemos que apresentá-los ao mesmo tempo na imagem, já que não poderíamos distingui-los. A janela é na verdade uma forma de mostrar apenas uma faixa de tons de cinza que nos interessa, de forma a adaptar a nossa capacidade de visão aos dados obtidos pelo tomógrafo.

Numa janela define-se a abertura da mesma, ou seja, qual será o número máximo de tons de cinza entre o valor numérico em HU do branco e qual será o do preto. O nível é definido como o valor (em HU) da média da janela. O uso de diferentes janelas em tomografia permite, por exemplo, o estudo dos ossos com distinção entre a cortical e a medular óssea ou o estudo de partes moles com a distinção, por exemplo, no cérebro entre a substância branca e a cinzenta. A mesma imagem pode ser mostrada com diferentes ajustes da janela, de modo a mostrar diferentes estruturas de cada vez. Não é possível usar um só ajuste da janela para ver, por exemplo, detalhes ósseos e de tecido adiposo ao mesmo tempo. As imagens tomográficas podem ser obtidas em dois planos básicos: o plano axial (perpendicular ao maior eixo do corpo) e o plano coronal (paralelo a sutura coronal do crânio, ou seja, é uma visão frontal). Após obtidas as imagens, recursos computacionais podem permitir reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) ou reconstruções tridimensionais.

Como na radiografia convencional o que está sendo analisado são diferenças de densidade, que podem ser medidas em unidades Hounsfield.

Para descrever diferenças de densidades entre dois tecidos é utilizada uma nomenclatura semelhante à utilizada na ultrassonografia: isoatenuante, hipoatenuante ou hiperatenuante. Isoatenuante é utilizada para atenuações tomográficas semelhantes. Hipoatenuantes para atenuações menores do que o tecido considerado padrão e hiperatenuante para atenuações maiores que o tecido padrão (geralmente o órgão que contém a lesão é considerado o tecido padrão, ou quando isto não se aplica, o centro da janela é considerado isoatenuante).

VANTAGENS E DESVANTAGENS:

VANTAGENS:
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida. Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%. Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

DESVANTAGENS:
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao fato de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível, sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame tornasse com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatômicas com densidade significativa. O custo do exame não é tão caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rápido e cada vez mais confiável.

Aparelho para Densitometria Óssea I

Aparelho para Densitometria Óssea I

O QUE É DENSITOMETRIA ÓSSEA ?

A Densitometria Óssea estabeleceu-se como o método mais moderno, aprimorado e inócuo para se medir a densidade mineral óssea e comparado com padrões para idade e sexo.

Essa é condição indispensável para o diagnóstico e tratamento da osteoporose e de outras possíveis doenças que possam atingir os ossos. Os aparelhos hoje utilizados conseguem aliar precisão e rapidez na execução dos exames, a exposição a radiação é baixa, tanto para o paciente como para o próprio técnico. O técnico do sexo feminino pode trabalhar mesmo estando grávida.

As partes mais afetadas na osteoporose são: o colo do fêmur, coluna, a pelve e o punho. As partes de interesse na obtenção das imagens para diagnóstico são o fêmur e a coluna vertebral.

Sabe-se que hoje a densitometria óssea é o único método para um diagnóstico seguro da avaliação da massa óssea e conseqüente predição do índice de fratura óssea.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, OMS, a osteoporose é definida como doença caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo.

É recomendado que se repita anualmente a densitometria óssea para que o médico controle o acompanhamento evolutivo da osteoporose.

O objetivo de se fazer uma densitometria óssea é avaliar o grau da osteoporose, indicar a probabilidade de fraturas e auxiliar no tratamento médico. O paciente não necessita de preparo especial e nem de jejum. O exame leva aproximadamente 15 minutos. A osteoporose pode ser controlada, desde que o médico possa precisar o real estado de saúde do paciente.

Aparelho para Mamografia I

Aparelho para Mamografia I

O QUE É MAMOGRAFIA ?

A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar um nódulo, mesmo que este ainda não seja palpável.

Para tanto é utilizado um equipamento que utiliza uma fonte de raios-x, para obtenção de imagens radiográficas do tecido mamário.

É o exame das mamas realizado com baixa dose de raios X em mulheres assintomáticas, ou seja, sem queixas nem sintomas de câncer mamário. A mama é comprimida rapidamente enquanto os raios x incidem sobre a mesma. Pode incomodar se for realizado quando as mamas estiverem dolorosas (por exemplo: antes da menstruação). Assim, deve ser feito cerca de uma semana após a menstruação. A imagem é interpretada por um radiologista especialmente treinado para identificar áreas de densidades anormais ou outras características suspeitas. O objetivo da mamografia é detectar o câncer enquanto ainda muito pequeno, ou seja, quando ele ainda não é palpável em um exame médico ou através do auto-exame realizado pela paciente. Descobertas precoces de cânceres mamários através da mamografia aumentam muito as chances de um tratamento bem-sucedido. Um exame anual de mamografia é recomendado para todas as mulheres acima de 40 anos. Resultados registrados pela American Câncer Society, em uma recente avaliação em oito clínicas escolhidas aleatoriamente, demonstraram que houve 18% menos mortes em decorrência de câncer mamário entre mulheres com 40 anos ou mais que haviam feito mamografia periodicamente. Os benefícios da mamografia quanto a uma descoberta precoce e a possibilidade do tratamento do câncer mamário são muito significativos, compensando o risco mínimo da radiação e o desconforto que algumas mulheres sentem durante o exame.

Aparelho de Ressonância Magnética I

Aparelho de Ressonância Magnética I

O QUE É RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ?

Ressonância magnética é uma técnica que permite determinar propriedades de uma substância através do correlacionamento da energia absorvida contra a frequência, na faixa de megahertz (MHz) do espectro eletromagnético, caracterizando-se como sendo uma espectroscopia. Usa as transições entre níveis de energia rotacionais dos núcleos componentes das espécies (átomos ou íons) contidas na amostra. Isso se dá necessariamente sob a influência de um campo magnético e sob a concomitante irradiação de ondas de rádio na faixa de frequências acima citada.
Em espectroscopia, o processo de ressonância magnética é similar aos demais. Pois também ocorre a absorção ressonante de energia eletromagnética, ocasionada pela transição entre níveis de energia rotacionais dos núcleos atômicos, níveis estes desdobrados em função do campo magnético através do efeito Zeeman anômalo.
Como o campo magnético efetivo sentido pelo núcleo é levemente afetado (perturbação essa geralmente medida em escala de partes por milhão) pelos débeis campos eletromagnéticos gerados pelos elétrons envolvidos nas ligações químicas (o chamado ambiente químico nas vizinhanças do núcleo em questão), cada núcleo responde diferentemente de acordo com sua localização no objeto em estudo, atuando assim como uma sonda sensível à estrutura onde se situa.

MAGNETISMO MACROSCÓPICO E MICROSCÓPICO:

O efeito da ressonância magnética nuclear fundamenta-se basicamente na absorção ressonante de energia eletromagnética na faixa de freqüências das ondas de rádio. Mais especificamente nas faixas de VHF.

Mas a condição primeira para absorção de energia por esse efeito é de que os núcleos em questão tenham momento angular diferente de zero.
Núcleos com momento angular igual a zero não tem momento magnético, o que é condição indispensável a apresentarem absorção de energia eletromagnéticas. Razão, aliás, pertinente a toda espectroscopia. A energia eletromagnéticas só pode ser absorvida se um ou mais momentos de multipolo do sistema passível de absorvê-la são não nulos, além do momento de ordem zero para eletricidade (equivalente à carga total). Para a maior parte das espectroscopias, a contribuição mais importante é aquela do momento de dipolo. Se esta contribuição variar com o tempo, devido a algum movimento ou fenômeno periódico do sistema (vibração, rotação, etc), a absorção de energia da onda eletromagnéticas de mesma freqüência (ou com freqüências múltiplas inteiras) pode acontecer. Um campo magnético macroscópico é denotado pela grandeza vetorial conhecida como indução magnética B (ver Equações de Maxwell). Esta é a grandeza observável nas escalas usuais de experiências, e no sistema SI é medida em Tesla, que é equivalente a Weber/m3.

Em nível microscópico, temos outra grandeza relacionada, o campo magnético H, que é o campo que se observa a nível microscópico. No sistema SI é medido em Ampere/m. Rigorosamente, núcleos não apresentam spin, mas sim momento angular (exceção feita somente ao núcleo do isótopo 1 do hidrogênio, que é constituído por um único próton). Embora o spin possa ser considerado um momento angular, por terem ambos as mesmas unidades e serem tratados por um formalismo matemático e físico semelhante, nem sempre o oposto ocorre. O spin é intrínseco, ao passo que objetos compostos tem momento angular extrínseco. Contudo, motivos históricos e continuado costume levaram a esse abuso de linguagem, tolerado e talvez tolerável em textos não rigorosos. Um motivo a mais de complicação é o fato de que a moderna física de partículas considerar que certas partículas, antes pensadas como elementares (e, portanto possuindo spin), sejam compostas (próton e nêutron compostos de quarks). Assim, fica um tanto impreciso o limite entre os casos onde se deva usar o termo spin e os casos onde se deva usar o termo momento angular.

Aparelho de Radioterapia I

Aparelho de Radioterapia I

O QUE É RADIOTERAPIA ?

Radioterapia é uma especialidade médica focada no tratamento oncológico utilizando radiação. Há duas maneiras de utilizar radiação contra o câncer:
Teleterapia: utiliza uma fonte externa de radiação com isótopos radioativos ou aceleradores lineares; e

Braquiterapia: que é o tratamento através de isótopos radioativos inseridos dentro do corpo do paciente onde será liberada a radiação ionizante.

RADIOTERAPIA EXTERNA:

É um tratamento de radioterapia em que o paciente recebe a radiação de uma fonte externa. Ou seja, a radiação que atinge o tumor é emitida por um aparelho fora do corpo do paciente. Nesse tipo de tratamento a radiação também atinge todas as estruturas (tecidos e órgãos) que estiverem no trajeto do tumor. Nesse caso, a fonte radioativa é colocada a uma distancia que varia de 1 cm a 1m da região a ser tratada. Os equipamentos utilizados na teleterapia podem ser quilovoltagem, de megavoltagem e de teleisotopoterapia.

EQUIPAMENTOS DE QUILOVOLTAGEM:

São tubos convencionais de raios X. A voltagem aplicada entre os eletrodos é no máximo de 250 kV. Por essa razão, esses equipamentos são usados principalmente no tratamento de câncer de pele. Nesse tratamento o paciente é submetido a doses de 300 rad (3Gy) até atingir um total de 6000 rad (60 Gy).

EQUIPAMENTOS DE MEGAVOLTAGEM:

Nessa classe se situam os aceleradores de partículas como aceleradores lineares e bétatrons. Num caso típico em que os elétrons atingem uma energia de 22 MeV, a dose máxima devida a raios X ocorrerá entre 4 e 5 cm de profundidade, decresce para 83% a 10 cm e para 50% a 25 cm. Portanto na terapia de tumores nos órgãos mais profundos como pulmão, bexiga, próstata, útero, laringe, esôfago, etc.

BRAQUITERAPIA:

A Braquiterapia é uma forma de radioterapia na qual a fonte de radiação é colocada no interior ou próxima ao corpo do paciente. Materiais radioativos, geralmente pequenas cápsulas, são colocadas junto ao tumor liberando doses de radiação diretamente sobre ele, afetando ao mínimo os órgãos mais próximos e preservando os mais distantes da área do implante.

IMPORTANTE - COMO ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS

Sign by Danasoft - Get Your Free Sign

Adendo I

Adendo II

Adendo III

PROGRAMA BÁSICO DE RADIOLOGIA PARA CONCURSOS PÚBLICOS

PROGRAMA DE TÉCNICO EM RADIOLOGIA

· PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA DAS RADIAÇÕES.


· ELEMENTOS DE RADIOGRAFIA.

· FORMAÇÃO DA IMAGEM.

· RADIAÇÃO SECUNDÁRIA.

· ACESSÓRIOS DE UM APARELHO DE RAIOS X.

· COMPOSIÇÃO DOS FILMES RADIOGRÁFICOS

· CÂMARA CLARA E CÂMARA ESCURA.

· MANIPULAÇÃO DE QUÍMICOS: REVELADOR E FIXADOR, ÉCRANS, INTENSIFICADORES, CHASSIS, PROCEDIMENTOS DE FILMES RADIOGRÁFICOS.

· PROTEÇÃO RADIOLÓGICA.

· ANATOMIA HUMANA.

· TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS.

· INCIDÊNCIA BÁSICA E ACESSÓRIA.

· CRÂNIO E FACE, MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, COLUNA VERTEBRAL, PELVE, TÓRAX, ABDOME E CUIDADOS NOS PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS.

· PROTOCOLO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA.

· PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAME EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

. NOÇÕES DE MAMOGRAFIA.

----------------------------